Artigo de opnião: Luiz Fernando Alfredo 23/03/2021

 

Fanatismos inconsequentes

Não achamos no dicionário o coletivo de ratos, e até foi bom porque, não estaríamos sendo justos atribuindo a todos os personagens que queremos citar no texto com este codinome, achamos o coletivo de burros que é tropa, contudo não seria justo também, generalizar. O Brasil de trinta e cinco anos atrás e o Brasil de hoje é bem diferente, dizermos que não avançou é mentira, conseguimos coisas ótimas, boas, ruins e desastrosas. Por conta da habilidade e falta de escrúpulos dos partidos de esquerda fanáticos e inconsequentes, que sabem manobrar a mídia com dinheiro, praticarem estelionato eleitoral, montarem quadrilhas bem articuladas, infiltrarem-se, não aceitarem perder, idolatrarem ditadores sanguinários, eles conseguiram nos governar por quatorze anos juntos com o centrão.  Os partidos de centro estavam juntos, afinal eles sabem levar vantagens como propagava Gerson com seu mistura fina, são adesistas, traíras, só não esperavam o Presidente que foi eleito legitimamente em 2018, com uma política diferente do velho “balcão de negócios”.
Resumindo, os ideais do governo de direita são mais conservadores, valorizam às tradições, especialmente religiosas e morais, menos intervenção do estado na economia e não seguem, em hipótese alguma, a cartilha de Karl Max, revolucionário socialista. Com esta síntese, já que nossa geração só conheceu governos direitistas de 1.964 a 1.985, nossos  esquerdistas, que não suportam fardas de qualquer cor, criaram uma repulsa por militares, e esta aversão está recaindo sobre o Presidente Bolsonaro, que é assessorado por milhares de militares em áreas estratégicas, escolhidos pela gestão atual; bons  gestores, de boa formação, em detrimento dos centristas inconsequentes que sofrem de “ressaca de poder”, afinal no passado qualquer companheiro ou adesistas  serviam para chefiar atividades de alta complexidade. Qualquer “furo” o tesouro nacional reparava o prejuízo material do incompetente e se a perda fosse de ordem humana, a terra cobria.
Vamos lembrar do exemplo mais grave dos líderes da esquerda e alguns seguidores indesejáveis, que foi eleger, Dilma Rousseff, uma despreparada, com idioma próprio e indecifrável. Imaginemos os prejuízos de toda ordem que foram causados por ela, aos brasileiros! 
A direita de hoje, que em nenhum momento comportou-se como ditadora é chamada de nazista e fascista. Acusam Bolsonaro de genocida e outros impropérios, num total desrespeito. Que enganação! Como ser tirano sem apoio incondicional do congresso e do Judiciário? Plagiando o grande jornalista Marcus Madeira do Blog “Chega a ser pornográfico” o que atribuem de ruim a Bolsonaro. E de quem é a culpa deste antagonismo? Sem dúvidas, dos grandes líderes da esquerda e do centro, os intelectuais das Universidades, da grande mídia que desinforma, da maioria dos jornalistas especializados em esquerdopatia e artistas que foram desmamados da “teta” pública, eles mesmos, os da telinha, sempre politicamente corretos, às custas do erário. É público e notório que os 863 dias de governo Bolsonaro, sem corrupção, sem os travamentos da economia, algumas reformas para ajustá-la, já prontas, estatais superavitárias, término de inúmeras obras paradas, a distribuição de verbas milionárias para pandemia, mantiveram o país de pé, até agora. Como é difícil discutir com esquerdopatas! Temos amigos que são vidrados na esquerda; Lula e outros meliantes de esquerda para eles, seriam canonizados; até imagem ao vivo eles negam, dizendo ser montagem, não aceitam tentar pelo menos, tratamentos não confirmados pela “ciência” e pelos comunistas da OMS, os mesmos do “fique em casa”, “o choro é livre”. A formula para acabar com a proposta de confinamento, pelos malefícios que trazem, aos menos “favorecidoooooooooooos”, e são milhões; seria propor um projeto lei federal em regime de urgência, instituindo uma multa “apostólica” de um por cento do total dos salários, por dia de confinamento de todos os agentes e servidores públicos dos três poderes do Estado (exceto os servidores de frente da saúde), a fim de distribuir o valor arrecadado para área social – famintos. O que aconteceria? 
E a propósito, gostaríamos de saber do Subprocurador Geral do Ministério Público, quanto ao pedido ao TCU, para afastar Bolsonaro das suas prerrogativas administrativas e hierárquicas de alguns ministérios e ainda que se reconhecesse em Mourão legitimidade para nomear autoridades. Será demência ou fumo estragado? E ai Mourão, vai explicar aos brasileiros quais são aqueles que o senhor considera Zé Mané da esquina? “Quem fala muito dá bom dia a cavalo”, principalmente se usar “máscara”. E o Senhor tem demonstrado uma certa traição ao chefe, o que não é normal nas atitudes de militares, que têm um código honra respeitável.

Luiz Fernando Alfredo

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