Artigo de opnião: Luiz Fernando Alfredo

 

Mineirices

Esta semana o show da república foi dos mineiros, protagonizados por quatro excelências: 
- Sua Excelência Governador Zema, insistindo em manter o confinamento sem ciência. Mas que ciência? Ciência só vale por aqui para abominarmos tratamento precoce da covid – para desconstruir alguns medicamentos que curam.
A propósito Governador, descobrimos que seu partido NOVO, não é tão novo assim, ele foi fundado pelo banqueiro João Amoedo. Desculpe-nos a ignorância.
-  Sua Excelência Deputado Federal Aécio Neves – O seu processo de Furnas foi arquivado pela PGR – também pudera não é Sr. Deputado, eles estão soltando presos perigosos, não seria justo alguém inocente continuar com um processo em andamento. Mineirinho de sorte! 
- Sua excelência, Ministra Carmem Lúcia, muito digno de sua parte, arrepender-se do voto a favor do Moro e da lava jato, e votar de novo contra; redimir-se e não é para qualquer um. Que gesto nobre! Ficamos seu fã desde a sua gestão como Vice Presidente do STF, quando proferiu aquela celebre frase instigando a saída do Brasil da crise: “Brasileiros precisam da mesma ousadia dos canalhas” – frase marcante e futurista, no entanto, somos um povo pacífico. A grande questão é: Será que sua decisão foi a melhor para o Brasil?
- Sua Excelência Senador Rodrigo Pacheco – Tivemos a honra de assistirmos uma entrevista sua. Ficamos maravilhados com suas respostas diplomáticas, bem, afinal o senhor é a grande esperança para nossa assembleia dos patrícios que constitui o conselho supremo de governo (Senado da Antiga Roma). Dizia o Cônsul romano, Cícero, exímio orador, apesar de mal caráter, “O dom da oratória te levas ao topo” e nós humildemente, asseveramos: O dom da oratória pode extinguir um povo.
Senhor  Senador ficamos encantados com seu discurso de convergência, de união a favor do Brasil, lógico apesar de não ter furtado, em todas oportunidades de elogiar o Presidente, dando-lhe uns beliscões, sem razão, mas achamos que ninguém notou. Senador Rodrigo Pacheco, suas respostas sem dizer nada demonstra sua habilidade, sempre escondendo debaixo da pandemia ou da economia, acho que respondeu tudo que os quatro jornalistas lhe perguntaram, afinal eles ouviram e calaram. Já que o senhor tem o dom da oratória, gostaríamos de saber, com todo respeito, onde aprendeu escorregar desse jeito? Seria num tobogã ou num banheiro catando sabonete?
Achamos nosso Senador fantástico. Que inteligência! Que fluência verbal! Parece que quando fala dá para notar o “bailar” da sua língua nas pontuações de nossa gramática. Senador não sabemos se é falta de percepção nossa, mas não conseguimos entender uma resposta objetiva sua, o senhor escondeu demais debaixo da covid 19 ou do povo faminto. Contudo achamos que o senhor tem futuro Senador, com esta diplomacia brilhante, nos pareceu que é um grande filho da pátria.
A propósito, parece que alguns intelectuais do passado fizeram um documento onde vários “notáveis”, alguns jurássicos, diante da modernidade que vivemos, aderiram assinando e concordando com as medidas que deveriam ser tomadas pelo Governo Federal, só que, o que eles propuseram já está sendo feito, mas notamos que o efeito que os signatários queriam atingir era para poderosa mídia militante, e não para o Brasil. Lemos parte do documento e não vimos nada de inédito, exceto nas entrelinhas: fora Bolsonaro, fora, fora (...). Não fizemos quando estivemos lá, mas você tem que fazer, não queremos te reeleger.
Reeleição tem que acabar mesmo, pois, não estamos preparados. Perde-se muito tempo e dinheiro com imbecilidades, não somos como o primeiro mundo, falta-nos três mil anos de história e educação para certas práticas disciplinadas, apesar que preferimos o Brasil, que com certeza dará a volta por cima. Aleluia!

Luiz Fernando Alfredo

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