Com o aumento do diesel, parte da categoria dos caminhoneiros volta a cogitar greve

 


Depois que a Petrobrás anunciou o aumento da gasolina, do diesel e também do botijão de gás de cozinha nesta terça-feira, dia 2, os caminhoneiros que vêm fazendo avisos de paralisação sem sucesso nos últimos meses voltaram a tentar articular uma nova greve. Em alguns vídeos foram postados por caminhoneiros, porém, alguns defendem o presidente Bolsonaro e falam que a ameaça de greve está sendo articulada por partidários do ex-presidente Lula e por comunistas.

Plínio Dias, presidente do CNTRC (Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas), falou que está orientando os motoristas a pararem o trabalho imediatamente em protesto contra a alta. Ele foi um dos articuladores da última tentativa de greve no início de fevereiro, que não foi adiante.

Ariovaldo Silva Junior, presidente do Sindicato dos caminhoneiros de Ourinhos (SP), publicou um vídeo nas redes sociais dizendo que é hora de sair do WhatsApp e agir. Veja vídeo abaixo.

Ele foi um dos que havia sido contra o aviso de paralisação de fevereiro, por considerar que tinha caráter político, mas que o protesto agora seria para defender a categoria dos caminhoneiros, que não tem mais condições de trabalhar com o diesel no preço atual, segundo ele.
A categoria segue dividida como em momentos anteriores. Nélson de Carvalho Júnior, do sindicato de Barra Mansa (RJ) diz que os caminhoneiros que tentaram parar no início do mês passado foram criticados pelos que querem a greve agora. Ele evita se posicionar a favor da ação.

 Fonte: Jornal de Lavras

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