COVID-19: Poços de Caldas acata pedido o MPMG e volta com as barreiras sanitárias

 


A Prefeitura de Poços de Caldas, teve o prazo de 24 horas para analisar as medidas restritivas contra a COVID-19 e enviar novas propostas ao Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). O ofício foi elaborado nesse domingo (21/3), depois de aglomerações e lotação de leitos de UTI da cidade.

A prefeitura informou que decidiu pela manutenção das determinações da onda roxa, fase mais restritiva do Programa Minas Consciente. As novas regras vão começar a valer nesta quarta-feira (24/3).

“No shopping e nas galerias só poderão funcionar supermercado, agência bancária, casa de câmbio e farmácia. No Mercado Municipal poderão funcionar apenas as bancas de hortifrutigranjeiros, açougues e peixarias. Nesses locais, os demais comércios não poderão promover a entrega de produtos na porta ou no balcão. Eles poderão funcionar somente com o delivery, com a entrega sendo feita diretamente na casa do consumidor”, explica a assessoria de imprensa. Além disso, as barreiras sanitárias de contenção vão voltar a funcionar na cidade para coibir a entrada de turistas, inclusive de familiares de moradores. “A partir de quarta-feira, quem vier à cidade a trabalho terá que apresentar documento comprobatório da atividade ou da prestação de serviço a ser exercida”, completa.

A prefeitura também pediu ajuda do governo de Minas no combate ao novo coronavírus. “No documento encaminhado à promotoria, o Comitê COVID-19 reforça o pedido para que o estado intervenha junto as demais microrregiões, de forma a fornecer mão-de-obra e equipamentos médicos necessários à viabilização e instalação de hospitais de campanha para atendimento da COVID-19. Dessa maneira, espera-se reduzir o número de leitos ocupados na cidade por pacientes de outras localidades”, ressalta. Poços de Caldas tem 5.514 pessoas infectadas pelo novo coronavírus e 153 mortes em decorrência da doença. “A fiscalização das determinações impostas pela chamada onda roxa continua ocorrendo com o apoio da Polícia Militar em todo o município. O descumprimento pode ocasionar a multa e interdição do estabelecimento, além da responsabilização por crime contra a saúde pública”, diz.

Fonte: Estado de Minas

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