Diretor de Relações Internacionais do Unis realiza apresentação de trabalho no VII Fórum STHEM Brasil

 


No evento, o Diretor de Relações Internacionais do Grupo Unis Diego Henrique Alexandre apresentou um trabalho sobre “O desenvolvimento de competências transculturais em cursos COIL”.

Escrito em conjunto com Emerson Alexandre Nogueira Júnior, Felipe Flausino de Oliveira e o Prof. 

Stefano Barra Gazzola, o trabalho busca apresentar a elaboração, preparação, execução e resultados de um programa inovador que garante oportunidades internacionais além do desenvolvimento de habilidades específicas em alunos. O programa foi criado baseando-se no método COIL em uma parceria entre o Grupo Unis e Meisei University do Japão.

A busca pela internacionalização de uma instituição de ensino superior é um ato de sobrevivência em um mundo cada vez mais competitivo e globalizado, além de uma possibilidade de cooperação entre diferentes povos. Uma universidade que busca reconhecimento internacional, com ações que impactam em nível global, procura uma educação em que os alunos possam se tornar cidadãos do mundo com habilidades globais que lhes permitam operar em um ambiente inter e transcultural.

Em meio à pandemia, novas possibilidades de internacionalização foram intensificadas, sobretudo virtualmente. 

Essas atividades que começaram como medidas paliativas, tornaram-se uma nova força e abriram um amplo leque de possibilidades. 

A metodologia COIL, que conecta cursos, professores e alunos, de duas ou mais instituições de ensino superior, localizadas em países ou ambientes culturais diferentes, é um exemplo. Possibilita-se que alunos de diferentes países, compartilhem uma sala de aula online, e criem ambientes equitativos de aprendizagem em equipe, nos quais professores de culturas distintas trabalham juntos para desenvolver um programa compartilhado.

Os COIL’s apresentam-se como um apelo por uma abordagem alternativa, com ênfase na “internacionalização em casa”, que segundo Jones e de Wit (2018) para uma internacionalização mais inclusiva, pode ser visto como uma possibilidade de transformar quantidade em qualidade, o que oferece uma oportunidade para que professores criem estruturas orientadas para a equidade. A experiência de aprendizagem para alunos e professores é uma opção de baixo custo em relação aos métodos tradicionais, e promove a democratização e inclusão.

Sobre o desenvolvimento de competências interculturais, pôde-se constatar que através deste curso os alunos puderam compreender os desafios organizacionais em um contexto internacional e aprender como desenvolver e avaliar estratégias de gestão. O sucesso deste programa permitiu que novos programas parecidos fossem criados e estão já sendo executados na instituição.

Enviar um comentário

0 Comentários