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Pouso Alegre recebeu 7 mil doses, mas poderá aplicar apenas 170 em novos públicos




Depois de encerrar a última semana com recorde de aplicação de vacinas, Pouso Alegre deve completar os próximos dias sem grandes avanços na imunização de seus moradores. Isso porque de 7.030 doses recebidas pela cidade nesta terça-feira, 06, apenas 170 poderão ser aplicadas como primeira dose, abrindo a vacinação para novos públicos.

Todo o restante deve ser reservado à 2º dose de vacinação. “Com estas vacinas, será feita uma programação para uma nova etapa de aplicação da 2ª dose. Além disso, é aguardado o recebimento de uma nova remessa de primeiras doses para dar início à vacinação de uma nova faixa etária”, informou a Prefeitura. 

A determinação foi repassada ao município pela Superintendência Regional de Saúde (SRS), mas obedece ao Plano Nacional de Vacinação (PNI), formulado pelo governo federal. Atualmente, Pouso Alegre vacina ou já vacinou idosos acima de 66 anos, além de profissionais de saúde com mais de 35 e/ou que atuam na linha de frente da pandemia.

 Pit Stop é paralisado por número reduzido de doses

Ontem, o prefeito Rafael Simões (DEM) gravou um vídeo ao lado da secretária de Saúde, Silvia Regina, no qual afirmou que a cidade não retomaria o ‘Pit Stop’ de vacinação, pois “o número de vacinas que nós estávamos esperando não chegou, o que nós temos aí é reserva para a segunda dose, que nós não podemos dispor dela sob pena de ficarmos sem”.

O ‘Pit Stop’ vinha sendo adotado pela Prefeitura para acelerar a aplicação da dose inicial, quando novos públicos são inseridos na campanha de vacinação e há um número maior de doses disponíveis para este fim. No caso da segunda dose, o município tem optado por realizar a vacinação nos postos de saúde.

A reserva da segunda dose ocorre por conta da necessidade de uma pessoa imunizada receber duas aplicações da vacina em um determinado espaço de tempo para garantir a proteção contra o vírus. A CoronaVac, que é a mais utilizada no momento, exige um intervalo de 14 a 28 dias entre as doses. No caso da AstraZeneca/Oxford, esse prazo é de até 3 meses.

Desrespeitar o período recomendado pelos fabricantes seria o mesmo que perder o potencial de imunização das vacinas. Como há pouca oferta dos imunizantes, a prática até aqui tem sido de operar com uma reserva de segurança para a segunda dose.

Fonte: Rede Moinho

 
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