Coluna do Luiz Fernando Alfredo 13/05/2021



Qual será o desfecho?

 Alguém resolveu brincar comigo, perguntando-me o seguinte: “Você já leu todo o livro da constituição federal de 1.988”? Respondi que sim. Daí este amigo fez outra pergunta, só que jocosa: “Se você leu tudo, então me responda se o Brasil morre no fim”? É lógico, as risadas foram uníssonas. Diante da brincadeira do amigo, resolvemos escrever este texto, evidentemente, como já dissemos anteriormente, não defendemos Bolsonaro porque o admiramos como pessoa, recorrentemente bronco, encrenqueiro, petulante e como Presidente, ele diminui o decoro do cargo, embora sejamos conservadores desde que entramos na política, porém ainda não vimos nenhum governo ter coragem de tomar as medidas a favor de um país putrefato e tentar limpar sozinho, a sujeira incrustada e espalhada em todo canto da nação e ainda, contra todos os poderes com alguns ativistas classificando-o como autoritário, onde seus únicos “atos de força”, cujos excluídos beneficiários da “farra” e oposicionistas acusam-no de fascista, foram impedir aos punguistas de roubarem, não “jogar dinheiro pela janela”, terminar centenas de obras pelo país a fora (algumas paralisadas há muitos anos), acabar com as mamadeiras das estatais fazendo-as obterem lucros; e o mais grave, acabando com a mordomia da imprensa. Nem seu agressor, que por pouco não o matou, ele perseguiu. O grave problema para ele, Bolsonaro, foi sua bandeira como transformador do sistema não encontrar o apoio da imprensa, e ao “asfixiar” o sempre propalado e intimidador quarto poder, a máquina de estelionato subliminar, da qual ele apanha vinte e quatro horas por dia, “por ter cão e por não ter cão”. Mas convenhamos, ele tem culhão e é simploriamente autêntico. Se no Brasil surgir um candidato em 2022 com a coragem de desenvolver uma administração totalmente a favor do país, sem corrupção, não tenham dúvidas, este será nosso candidato. O que temos hoje são figurinhas carimbadas: Lula e Dilma só para quem não tem memória (neurônios); Ciro Escavadeira Gomes, só para fugitivos de hospícios; Cometa Marina, radical dos puxadinhos do PT, que só dá as caras de quatro em quatro anos; Geraldo Alckimim – picolé de chuchu – nenhuma ardência e investigado ainda; FHC se revelou vermelho e parece que deu a louca nos seus neurônios; Luciano Huck, um riquinho oportunista da Globo, cuja única vantagem aparente é ter um bom nariz para segurar máscara, o resto é resto, todos perigosos no momento, onde a maior democracia do mundo (EUA) avermelhou-se e tomara que está ruborização, seja só de vergonha, pela vitória duvidosa nas urnas, do tal Biden. Nós defendemos a Instituição Presidência da República pelas realizações incontestavelmente diferenciadas daquilo que assistimos na mídia até o impeachment de Dilma Rousseff. Não incluímos o ex Presidente Temer porque, não fosse ele, a par de seus deslizes morais, o Brasil estaria bem pior. Durante o governo Temer, tomamos conhecimento da real situação caótica do país e a verdadeira intenção dos partidos da esquerda radical e dos partidos de centro, que gravitavam ao redor dos Petistas e seus puxadinhos, levando vantagens para protegerem os “companheiros” e fingindo de cegos diante das mazelas dos quatorze anos de “indigestão” do maior ladrão do Brasil e sua “anta, testa de ferro”, Dilma Rousseff. Que festival de prisão de “ídolos”, que se não fosse filmado, ninguém acreditaria! Embora não seja simpático festejarmos à desgraça alheia, foi um espetáculo emocionante e ao mesmo tempo frustrante, ver tantas pessoas famosas algemadas e submetidas à execração pública, por ter contribuído para um morticínio de brasileiros, outrora. Será que podemos afirmar que roubar dinheiro público é o mesmo que condenar pessoas à morte? Com certeza podemos! Afinal se um governo monta uma quadrilha para roubar os recursos destinados à saúde, segurança pública, infraestrutura, programas sociais, trânsito urbano, escolas de qualidade e meio ambiente, trazendo consequências danosas que impedem de socorrer e salvar milhares de pessoas por ano, levando-as no rumo do sofrimento e à morte, exatamente por que não pensaram nas carências dos contribuintes usuários, é evidente, que indiretamente, condenaram estas vítimas brasileiras inocentes que deixaram rios de lágrimas e esperança durante suas desventuradas trajetórias, especialmente os mais pobres e seus familiares. Arrogarmos de maneira não pretensiosa que, ao escrevermos nossos textos o fazemos, após pesquisarmos fontes e discorrermos fatos ou opiniões raciocinando sem passionalismo, pois só encontramos a razão pura diante de fatos concretos e sua importância inquestionável - é muito importante não dar margens as dúvidas quanto à facciosidade do artigo. Portanto, dando vazão à pergunta irônica citada no início desta lavra, podemos afirmar que a Constituição do Brasil, caso ninguém busque as origens das desordens nos poderes, através dos militares, o fim da Constituição Brasileira poderá ser reescrito, terminando em sintonia com a Venezuela, comunismo, corrupção, perca da soberania, pois nossos futuros grandes parceiros serão Rússia, China, Cuba, países africanos, americanos do Sul e central e  daí, poderemos ficar até sem a nossa Amazônia, a maior riqueza ambiental e mineral do mundo. Vamos raciocinar sobre o favorecimento de Lula através do ativismo do STF. Cinquenta e sete por cento dos brasileiros foram contra tornar o Lula  elegível, isto não quer dizer que os outros quarenta e três por cento sejam eleitores dele, mas com certeza a maioria o rejeita como candidato e numa eleição, uma repulsa desta, mesmo acobertada pela grande mídia esquerdista, faminta de recursos financeiros fáceis e incentivadores do ódio, é quase impossível ao candidato reverter, pois ele não tem argumentos para seu plano de governo assim como não tem como acusar o seu adversário. E vejam bem, estes números acima foram oriundos de pesquisas transmitidas pela Central Nacional de Neófitos – CNN, e não inspiram confiança. A propósito Senador Renan Canalha, o senhor é nada diante dos holofotes, com estas atitudes repressoras, a não ser um palhaço da república e ridículo; o Tiririca no seu lugar daria mais originalidade ao “circo”.


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