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Coluna - Luiz Fernando Alfredo 27/05/2021



 Pandemia, quando vai parar?

Hoje, os cientistas e os filósofos preferem falar numa diversidade de métodos, que são determinados pelo tipo de objeto a investigar e pela classe de proposições a descobrir. Considerando esse grande número de métodos, torna-se conveniente classificá-los
. Os métodos podem ser classificados em dois grupos: os dos que proporcionam as bases lógicas da investigação científica e o dos que esclarecem acerca de procedimentos técnicos que poderão ser utilizados. Podemos incluir nesse grupo os métodos indutivos e dedutivos. Uma vez levantada a hipótese, os cientistas fazem uma dedução: preveem o que poderia acontecer se sua hipótese for verdadeira. Essa dedução é testada mediante novas observações ou experimentações. Isso permite tirar conclusões a respeito das deduções. Se confirmadas, elas são aceitas. 
Se não confirmadas, são rejeitadas e novas deduções são formuladas para serem testadas. O método dedutivo é muito importante para disciplinas como matemática, física e química, pois possibilita na teoria, a realização de experiências  complicadas. 
O método indutivo procede inversamente ao dedutivo, parte do particular e coloca a generalização como um produto posterior do trabalho em três etapas: observação dos fenômenos; descoberta da relação entre eles e generalização da relação. As conclusões obtidas por meio da indução correspondem a uma verdade não obtida nas premissas consideradas.  Na verdade, não há um método científico específico como uma receita universal para se fazer ciência. O escopo da ciência é tão amplo e diversificado que, mesmo sem muita pesquisa filosófica, já é de se desconfiar que é imaginável a ideia de um procedimento único, aplicável a todas as áreas. Além disso, está claro para os especialistas que mesmo em domínios mais restritos a investigação científica não é amoldável a nenhum procedimento fixo e explicitável em termos de regras de aplicação automática.  Francis Bacon, filósofo inglês e político propôs um método científico. 
 O método é da indução, a qual, baseada nas observações e na experiência, permite ao homem conhecer a regularidade, o funcionamento e as relações entre os fenômenos da natureza.  A ciência não é a verdade absoluta. Descobertas científicas são o começo, não são o fim, nem o término da busca pela verdade. Dados empíricos usados na ciência que podem ser verificados formam uma base sólida para uma discussão robusta, debates e tomadas de decisão. Parece que a controvérsia da pandemia da covid 19 ainda está longe de uma convergência. A ciência devidamente estabelecida e a bíblia devidamente interpretada é a certeza de resultados comuns, entre à crença que é a priori e a ciência, à posteriori, podendo haver divergências ou não. Um crê sem experimentar (fé) e outro tem que experimentar, colher evidências para consolidar (inspiração e transpiração). Esta pandemia terrível de inconcebíveis desencontros dos especialistas para tratar das fases: comportamentos seguros, prevenção, tratamento e vacina, esta citamos por último porque não houve tempo suficiente para validação empírica, quanto a eficácia e efeitos colaterais ou até mesmo sequelas. Mas é uma GRANDE ESPERANÇA, Jesus na frente! Diante do torpor dos organismos e a população do mundo, muito se discute sobre os medicamentos para profilaxia, tratamentos precoce, discricionários, entubação e estruturas de apoio o que provocou óbitos oriundos da depressão, talvez determinismo metafísico e ou comorbidades graves, acidentes profissionais, ausência de protocolos.
 Certamente que o atender e se defender tenha contribuído também para as fatalidades. Em resumo, é um absurdo procurar narrativas, negacionistas, terraplanistas, genocídas (termos descabidos, politiqueiros, que poucos conheciam) e foram manifestados a esmo por todas as correntes opositoras e oportunistas, só para confundir. Nunca se “chutou” tanto no mundo como de 2020 até a presente data. E continuamos na escuridão imponderável até um resultado definitivo, por conta da OMS não conseguir obter autorização de visitar a China para investigar o primeiro infectado. Será que nossos representantes, que nos discursos citam com a “boca cheia” o vilipendiado estado democrático de direito, sabem explicar? Aqueles aloprados que reverenciam a República Chinesa. Vamos imaginar que a ciência em geral, a OMS, e os seguidores que demonizaram às tentativas dos médicos para salvar, assumam o engano. Como ficará? Provavelmente encoberto! E que importa agora? Mas continuamos louvando e respeitando a linha de frente combativa da saúde, sem distinção. A propósito, lamentável esta pandemia, uma verdadeira tortura, mas a par do lado sentimental e sofrível, muitos indivíduos, especialmente, grande parte dos agentes políticos e funcionalismo público das três esferas de governo, aproveitaram muito e continuam tirando casquinha da peste. 
Que descalabro!!! Quantos cretinos e imbecis com o salário no bolso, ditando absurdos aos seus pagadores. De onde virá a justiça?  Tínhamos elaborado este nosso texto, domingo próximo passado para publicarmos nesta quinta-feira, dia 27 de maio, porém após assistirmos a oitiva da Doutora Mayra na CPI, dia 25 de maio, resolvemos divagar sobre   o método dedutivo, um pouco mais, com nossa simples visão de ciência.  Já ouvimos dizer que tudo é relativo, absolutos não existem, se assim fosse não poderíamos usar a fórmula da gravidade, velocidade da luz, leis universais e outras constantes. Vendo as atuações dos Senadores Omar Aziz, Renan Calheiros, Randolfe Rodrigues e Humberto Costa, diante da Doutora brilhante, imaginamos a diferença da mediocridade dos quatro indivíduos para com a inteligência dela.  Não achamos nenhuma fórmula pronta para definirmos a desigualdade, daí lembramos do tão secreto jogo do bicho cujos números vão de 1 a 25 são representados por vinte e cinco animais, e suas dezenas que vão de 00 a 99 atribuindo a cada número multiplicado por 4 - 4 dezenas decrescentes cuja multiplicação obedece a “constante” 4, exemplificando: número da avestruz 1 x 4 = 4 = as dezenas 04.03,02,01; águia = 2 x 4 = 08,07,06,05; burro 3 x 4 =12,11,10,09, bingo, 04 patas, figurativamente é um adjetivo para pessoas de pouca inteligência. É exatamente isto, quatro asnos que é a mesma coisa que burros, como que   distribuindo coices para uma mulher e para prateia indignada com certeza, ao ver nossa representação quadrúpede dentro de um estábulo, vociferando inépcias, se achando eruditos de Nuremberg. 
 Estamos “ferrados” com estes filhos da pátria! 


 
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