Nossa geração já era, o que será da próxima?



 Ao comemorarmos o dia das mães no último domingo passado, sentimos uma nostalgia com uma ponta de tristeza, nós da década de cinquenta, que provavelmente a maioria não tem sua genitora presente na terra; surgiu-nos uma inspiração e resolvemos enredar uma questão sobre o futuro da nossa descendência, que provavelmente somos partícipes como ancestrais da primeira, segunda e terceira posteridade de nossos laços de sangue.

Achamos que não precisamos discorrer sobre o que significava para nós a pátria, à tradição de nossos bisas, avós, país e filhos, enfim toda a família, inclusive colaterais e por afinidade, entrelaçados pelo amor e respeito, seguindo os passos do Mestre Jesus, que sem dúvidas, é o caminho, a verdade e a vida.

Tínhamos problemas com o mal, o inconveniente, as brigas, ambições, vaidades, egoísmos e outros atritos que deixavam marcas negativas numa boa convivência sim, sem dúvidas, afinal a imperfeição dos humanos vem desde os primórdios dos tempos até os dias de hoje.

As gerações sempre tiveram problemas de toda sorte, poucos ricos controlando o povo escravo, supersticioso, deseducado, sem condições de limpeza e higiene, apenas convivendo, sofrendo muito mais que nós hoje, até o século XVIII, sem nenhum conforto básico para uma vida digna e mais feliz.

Ao desnudarem a credibilidade infinita do Sagrado, por culpa daqueles Clérigos que interpretaram as verdades, deturpando tudo, em proveito próprio, instituindo mortes perversas e provocando a reação do povo, fazendo a cisão forçada e sangrenta para reconhecerem direitos a todos de pensar e protestar, não houve mais consenso - dividindo-se as religiões em dezenas de milhares de outras crenças, que após descentralizadas e com vários líderes, cada  um com seu objetivo, acabou por deteriorar tudo abrindo um franco para pensamentos dos mais puros aos mais ignóbeis. 

E agregar seguidores é só questão de empatia e retórica aliado à conveniência individual do benefício material objetivo de desejo que se mistura às virtudes e malefícios da espiritualidade.

Caros leitores por acaso, vocês já pararam para pensar o que acontece no mundo inteiro, em todos seguimentos materiais e espirituais, independentemente de sua posição política? Não conseguiram enxergar que há um único propósito, que é nós, contra eles – e cada um na sua visão – o bem contra o mal. 

É nítida as inversões de valores por simples antagonismo que prejudicam os dois lados, não há vencedores. É apenas uma casta de mandatários beneficiários alguns seguindo uma linhagem genética com os mesmos conceitos, acompanhados dos seguidores satisfeitos, impondo ao povo aquilo que o povo, de que quem o poder emana, não quer e não os encomendou.

Este egocentrismo irracional não  faz bem, mas com certeza fará muito, mas muito mal mesmo, paras as futuras gerações, que ao invés de aprenderem conhecimentos para fazerem uma boa carreira útil para a coletividade, eles são frutos da precariedade das universidades cheio de comunistas, que pensam apenas em ceticismo, liberalidades, descompromissadas, substituindo a maneira de ganhar dinheiro vendendo o trabalho, com ganhar vantagens do Estado e com o mínimo de produção possível – se tornando mais pobres e escravizados pelo grupo restrito e trilhardário, que controla o planeta através seus poderes indestrutíveis do qual o Brasil não estará ileso com o patamar que atingira – muito difícil de impor a lei e a ordem.

A propósito, será que as pessoas estão percebendo que a CPI da Covid, capitaneada por Renan e seus séquitos do caos, só tem uma finalidade que é enfraquecer o governo federal, porém sem opção de um nome capaz de realizar os feitos inéditos por este Brasil há vinte oito meses sem corrupção e fazendo obras importantes, melhorando a economia e se livrando das estatais mal administradas. Arruma outro e disputa com ele, Bolsonaro – as eleições estão ai em 2022. Deixa de jogo baixo, canalhas! Votem as reformas que estão na pauta.  

Os deuses da medicina, os deuses gestores da pandemia, os laboratórios de reconhecida excelência não conseguiram no mundo inteiro chegar num consenso. Será que aquelas figurinhas patéticas, analfabetos funcionais sobre pandemia, politiqueiros sem escrúpulos vão enriquecer as opiniões caçando o Bolsonaro para encobrir a falta de sensibilidade de governadores e alguns prefeitos? Por que os países não se juntam e fazem uma investigação na China. Lá poderão encontrar os genocidas. Não convém né?

Achamos que devemos parar de tentar achar culpados pela pandemia e pedir a Deus para acabar com ela, pois nos parece, que este vírus pode ser de origem espiritual, para dar uma boa chacoalhada neste mundo cheio de podridão, sem perspectiva de melhora.


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