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Coluna - Luiz Fernando Alfredo 01/06/2021



 Brasil! Uma brincadeira de mal gosto...

Não é muito satisfatório falarmos mal do Brasil, um país tão lindo, que pode ser ainda, a salvação do mundo pela fertilidade de seu solo, sua enorme bacia hídrica, sua providencial biodiversidade, rico em minerais, o agro de qualidade, pelo seu conservadorismo, onde são maioria, àqueles que têm fé em Deus; a família ainda é a prioridade sagrada para quase todos, enfim apesar de que os brasileiros são rotulados de “um povo alegre e hospitaleiro”, parece que tudo termina em samba e futebol. Evidentemente   que a moralidade, legalidade, impessoalidade, transparência, eficiência e razoabilidade são, na maioria das vezes, deixadas de lado por todos, se resumindo apenas às evidências da impunibilidade, em função da falha do sistema lento, com uma constituição muito detalhada que enche de poderes e tarefas o STF, que não se limita só aos preceitos que deveriam ser constitucionais. 
E este desfecho que supostamente nos leva a um conceito generalizado, visto do exterior, especialmente pelos países ricos e mais desenvolvidos, como uma nação de duvidosa seriedade e segurança jurídica, vai se agravando cada vez mais.
Nossas Instituições são alvos de brincadeiras de “mal gosto”, interna e externamente, como se aqui, nesta nação positivamente diferenciada, tudo acabasse em “pizzas”, e assim para parte de nosso povo desinformado, pelas técnicas psicológicas da mídia militante e nada ética, só prejudicam nas escolhas dos nossos representantes, por não conhecermos verdadeiramente as fichas e biografias daqueles que elegemos, pois além das imunidades destas autoridades, a maioria dos processos, corre em segredo de justiça. Não restam dúvidas que o Brasil avançou com as operações da “lava jato”, onde foram abertas as “caixas pretas” do mensalão e petrólão, que infelizmente, como que por um passe de mágica, tudo aparentemente foi por água abaixo, com a soltura de Lula e outros meliantes, claramente fruto de ativismo político, hoje, nós brasileiros estamos muito desacreditados lá fora.  O mundo está de olho no potencial do nosso país, no entanto estas filigranas aumentam a cobiça daqueles que sonham em ameaçar nossa soberania com aval de alguns esquerdistas.
Até sua Santidade, o Papa Francisco, o grande responsável pelo abalo substancial na fé da Igreja que comanda, apesar de seu carisma, é um esquerdista cujos absurdos que faz e fala, sempre escandalizam os conservadores do catolicismo. Como dizem os paulistas: Você tá me tirando? Bem, até Sua Santidade resolveu nos tirar, dizendo que: “O Brasil não tem salvação, é só cachaça e nada de oração”. Lógico foi brincadeira, pois o único brasileiro bêbado que ele conhece é o Lula. O Pastor da Igreja na terra é mestre em “navegar na maionese”. Santo Padre, dizem que em 1.939 e Sua Santidade sabe disto, Jesus apareceu a vidente Irmã de caridade, Gabriela Borgarino, deu-lhe um pequeno papel escrito, para que ela o multiplicasse e divulgasse a seguinte jaculatória, destacando-se sua divindade: “Coração Divino de jesus, providenciai” Dizem que a irmã perguntou ao Mestre: “Senhor, este pequeno papel escrito?”. O Cristo respondeu: “Eu me adapto aos tempos”. Muito forte e supostamente reveladora a resposta; mas será que o Papa interpretou que tinha que tentar uma abertura tão ampla, a ponto de cometer apostasia? Desculpem o nosso proselitismo, mas por recomendação Dele, para  todos nós, não nos escandalizamos com o Seu nome.
Estamos vivendo num mundo perigoso, pois às convicções de alguns fanáticos são tão agressivas, ditatoriais e sem limites que deixam até os sábios em dúvidas, e isto não é bom: “O cansaço dos bons é o perigo do momento”, uma frase que não recordamos de quem é, mas se tornou comum nos discursos. E necessário a compreensão das pessoas quanto ao país que queremos para nós e futuras gerações cujos exemplos temos bastante como a Venezuela, Argentina, Bolívia, Cuba, Coréia do norte, Rússia. China e outros amigos da esquerda brasileira. Vale a pena vivermos num país tão abençoado pela natureza, lutando contra a corrupção e tantas outras mazelas que  nos impedem de crescermos.  A propósito, dizem que contra a força não há resistência; manda quem pode, obedece quem tem juízo; o poder é de quem tem a caneta. Já ouvimos de um amigo que: “Na política conseguimos amigos e inimigos, quando saímos dela, a maioria dos amigos te esquecem, porém os inimigos não te esquecem jamais”. Vivemos há trinta anos no meio político, sabemos e já assistimos muitas ingratidões, mas como a terra gira em torno de si mesma, numa velocidade 1.666, km/h, num período de 23 horas, 56 minutos, 4 segundos e 9 décimos, são bem fáceis os reencontros e surpresas. Achamos que nossas atitudes nesta trajetória, ficam registradas nos alfarrábios do universo, ecoando na eternidade, e quanto a justiça que almejamos na terra, perdoamos ou apresentamos provas irrefutáveis, na hora certa da vingança. Afinal o Brasil, com certeza, não é de brincadeira, a maioria das pessoas podem gostar de brincadeiras irrelevantes, a minoria de “mal gosto”, porque estes são ignorantes, porém mais cedo ou mais tarde, amargam o arrependimento.


 
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