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Coluna - Luiz Fernando Alfredo - 24/06/2021



 Sinais de turbulência perigosa

Na elaboração da Constituição Federal de 1.988, a mesma que limitou o desenvolvimento da economia, adentrou nas minúcias dos institutos legais, os quais não precisavam ser uma matéria para Carta Magna da Nação, abusaram nas restrições do regime presidencial de coalisão (meio que parlamentarista) deixando um pouco limitado e confuso  o artigo 142 da CF (As Forças Armadas constituída pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes em regulares, organizadas com base na hierarquia e disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem). O Presidente da República é quem pode decretar a execução das operações de Garantia da Lei e da Ordem – GLO. Por norma, estas missões somente são convocadas quando há uma grave ameaça contra a manutenção da ordem e respeito às leis do país. 
 A principal função das Forças Armadas durante as operações GLO é garantir, por tempo determinado, de forma episódica e atuando numa área restrita, à integridade, segurança da população e das instituições. A par dos comentários acima, o parágrafo segundo do artigo 142 da CF estabelece o seguinte: compete ao Presidente da República, por sua iniciativa própria ou a pedido do Supremo Tribunal Federal, Câmara dos Deputados e Senado Federal autorizar a intervenção das forças armadas. Salvo engano, é o que interpretamos sobre o artigo 142, contudo, da forma com que as coisas estão caminhando no Brasil, apontando para uma desavença, mais ódio, às decisões judiciais do Supremo, deixando transparecer o seu ativismo político, o Congresso a passos lentos para com as reformas, que se fazem urgentes devidos aos perigos inflacionários, possíveis desabastecimentos e fuga de capitais, a triste pandemia, o desprezo insano que parte daqueles que estão fora do governo, nutrem pelo Presidente Bolsonaro, muito mais pela quebra de paradigmas do seu governo em relação aos outros, do que por inoperância, pois não têm como eles negarem o obvio. 
 O governo deslancha em todas as áreas agora, convenhamos, além de não ter como fazer tudo num prazo curto, é imperativo dividir-se em várias etapas, como planejar, projetar, buscar recursos orçamentários licitar, consertar, refazer, realizar no tempo dos congressistas, tudo isto é, covardemente, motivo de críticas acintosas e consequente desconstrução do país, afugentando investimentos externos. Não adianta camuflar; é público e notório que a aversão ao Bolsonaro transcende a lógica porque, se pensarmos na posição atual do Brasil e suas perspectivas melhores do que outros grandes países, não há motivos para tal ignorância. Na verdade ninguém quer “impeachment”, muitos querem apenas demonizar o Presidente para enfraquece-lo nas próximas disputas eleitorais, pois como o suposto candidato Lula, seu partido e os puxadinhos, não têm programas de governo diferentes e por outro lado, ninguém vai esquecer o tanto que eles roubaram e fizeram mal para esta nação, portanto precisam enfraquecer o que chamam de Bolsonarismo.
 É muito difícil para um homem só, teoricamente, aguentar tanta “paulada”, sem nenhuma pausa. Será que muitos dos que sempre citam a democracia, sabem o que é estado democrático de direito? É simples, vamos sintetizar:  é a soberania popular, a democracia representativa e participativa, estado constitucional cuja constituição emanou do povo, garantia dos direitos humanos.  Muito fácil, então por que planejar um golpe contra quem teve cinquenta e oito milhões de votos? Isto vai dar excrementos, afinal não precisamos espalhar dejetos no ventilador, faltando um ano e meio para as eleições. As urnas ditarão o que o eleitor realmente quer, destarte a vontade do povo é o princípio comezinho da democracia.  Assim sendo, a cobrança de alguns eleitores mais radicais em cima do Presidente, na expectativa que ele fecha o congresso, desobedeça o STF, coloque as forças armadas para vigiar esquerdista é impossível, pois seria um golpe incoerente com a liberdade e direitos que ele sempre prega, estabelecidos no artigo 5º, seus LXXVIII (78) incisos e os quatro parágrafos. A título de esclarecimentos, nós achamos que as forças armadas têm o dever inarredável de estarem prontas e alinhadas com os mesmos objetivos para defenderem o país de uma invasão externa provocada por outra nação hostil, sob o comando do Chefe das Forças Armadas, o Presidente. 
Quantos aos outros requisitos de natureza ideológica é muito difícil contar com todas as forças armadas, pois quem pode afirmar com certeza, que todas as tropas destas Instituições são coesas com os ideais governistas que elas servem, afinal com um efetivo tão grande, muitos podem não ser Lulistas; mas esquerdistas - quem sabe?  E por outro lado, isto seria um retrocesso de grandes proporções e talvez o estopim para uma grande revolução com muito sangue, pois ninguém que pense com sensatez, imagina que um Presidente pode invocar o artigo 142, numa simples “canetada”, são necessários riscos à integridade física das pessoas, instituições e aos patrimônios, público e privado. Estas premissas autoritárias são mentiras da imprensa destruidora e dos esquerdopatas, que seguem ao pé da letra as palavras de joseph Goebbels (marqueteiro de Adolf Hitler) “Uma mentira constantemente repetida vira verdade”. Tudo no Brasil de ruim é debitado a este governo, mas o mais incrível é tentar imputar a ele a não vacinação durante o ano de 2020, sendo que não tinha vacina. Já falamos sobre estas premissas em nossas colunas anteriores, estamos agora levantando hipóteses para nossos leitores na esperança de espalhar um raciocínio que, com todo respeito, pensamos ser lógico, e rogar a Deus que ajude a pacificar esta disputa e acabar com a pandemia mundial, pois este rótulo de genocida só colam nas cabeças de idiotas irrecuperáveis.


 
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