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Coluna - Luiz Fernando Alfredo - 29/06/2021


                                 Que pais é este?

Copiamos as coisas boas dos demais países e conseguimos piora-la com “jeitinhos”. Vide nossa constituição, apelidada de constituição cidadã, onde quem menos fala é o cidadão e o pior, ele sequer fica sabendo o que o seu representante no legislativo faz, e olha que têm alguns que passam o seu mandato inteiro escondido ou melhor, como se não existisse de fato.
Copiamos a forma de governo de outros países, contudo arrumamos um “jeitinho” de chama-la de presidencialismo de coalizão, cuja sustentação do chefe de governo está condicionado a alguma troca, e ainda pior, haja espaço e moeda de troca, afinal são mais de trinta partidos políticos e milhares de apadrinhados.
Porque tantos partidos? Para facilitar coligações, dar menos governabilidade (vide Psol, Rede PC do B e outros), vender ou alugar talvez, com certeza trata-se de artifícios nada recomendáveis, contra os cofres e os interesses públicos e até ideologia diferente.
Montesquieu, filósofo francês, propôs a criação dos três poderes no século XVII, sendo eles adotados pelas democracias como forma de equilíbrio. São eles, o poder executivo, legislativo e judiciário. A bem da verdade, a proposta do filósofo era quatro poderes, o quarto seria um poder moderador acima dos outros todos. Bem este poder moderador não se consolidou, mas bem que poderia ser o Ministério Público o quarto poder, lógico no mesmo nível dos outros.
Mas no Brasil há muitos anos tem este “quarto poder” não de direito, mas de fato, haja vista que a grande imprensa está fazendo com o brasil hoje, minando-o de todas as formas com chantagens, mentiras, desinformações e militância política, tornando-se perigosamente inconsequente para o futuro do país, tudo por abstinência financeira.
Nós brasileiros ainda lemos pouco e falta-nos opções de informações, portanto temos que nos contentarmos com a grande mídia através das imagens deturpadas por montagens e falácias que a imprensa despeja nas nossas casas, as quais são muito perigosas e às vezes, enganam muitos, ainda que o povo hoje esteja mais politizado, e também atento às mídias sociais.
Voltando ao presidencialismo de coalizão brasileiro, para que funcionasse melhor dever-se-ia mudar algumas coisas importantes para padronizar os poderes existentes e dar maiores chances do povo ser representado e de fazer com que a meritocracia prevalecesse.
Na nossa simples opinião, especificamente sobre o tema que estamos abordando, a par das inúmeras situações oligárquicas e coligações eleitorais, que carecem de mudanças, os poderes legislativo e judiciário deveriam ter as mesmas limitações e requisitos do poder executivo a exemplo do mandato por prazo determinado e não se permitir mais de duas eleições contínuas, a fim de pulverizar os esquemas e o mais do mesmo. 
O toma lá dá cá sistemático no presidencialismo de coalizão facilita especialmente aos congressistas reelegerem eternamente, por conta das emendas parlamentares e negociatas chantagistas com Prefeitos e estes, em busca de melhorias para o seu município, acabam por cederem.
Quanto ao Judiciário a nível dos tribunais também, mandato com tempo determinado e eleito entre os juízes e promotores, com o requisito importante do notório saber jurídico, podendo até ser por mais tempo a duração do mandato, igual ao dos Senadores ou mais.
Por que será que só no Presidencialismo de Coalisão, o Poder Executivo é fiscalizado, intimidado, vilipendiado, assacado por qualquer um com mentiras, malhado pela imprensa, avaliado com rigor exagerado, se todos os demais poderes são harmônicos, um carece da atividade do outro, embora independentes. Nós até pensamos que seria por causa do vil metal (dinheiro) estar sob a guarda do executivo, mas existem leis regras rigorosas, para utiliza-lo sem gastar mal, desperdiçar. Não importa a lisura de quem guarda o cofre, parece que o poder de atração instiga os vorazes vezeiros oportunistas do sistema. Alguns devem pensar: Isto é terra de ninguém se eu não roubar outros roubarão. É bem provável não? E com esta mentalidade não importam fazer tudo para precificar exponencialmente seus votos a favor do país, encurralando o Executivo.
O nosso governo atual calculou mal, não previu que às forças institucionais arcaicas e arraigados profundamente na república não iriam totalmente ao encontro dos seus ideais de acabarem com as corrupções e o “modus operandi” das velhas raposas políticas. 
Os brasileiros patriotas verdes e amarelos colocaram este governo no poder, em que pese, a sua personalidade encrenqueira, mas os bons resultados do seu governo, que qualquer uma pessoa de bem não negaria jamais, habilita-o a terminar o mandato com as reformas no tempo necessário.
Infelizmente os seus méritos não foram suficientes para sobreporem aos conchavos dos poderosos para desconstruí-lo, a ponto de tentarem torna-lo o próprio vírus da morte (parece que só no Brasil tem pandemia), assim como, transformaram o maior ladrão do Brasil, elegível com o ativismo do STF, apoio da imprensa, pseudos-intelectuais, a omissão dos parlamentares traidores da pátria, que sofrem de inanição monetária fraudulenta. O “jeitinho” pode até diminuir bastante, mas acabar, só se começarmos de novo. Que país é este?
Costumamos dizer sempre: Contra a força não há resistência, mas não podemos retroceder, a coragem tem que prevalecer, pois é o único sentimento que sustenta as virtudes do ser humano, e nosso povo não é previsível, é exatamente onde os Institutos de pesquisas se ferram e chutam e a mídia destruidora deleita, enfatizando dúvidas com maldade.
Apesar de esplêndido, belo, rico e cobiçado por todos, que país é este? Será que falta muito para que os esquerdistas cheguem a conclusão que foram os brasileiros que roubaram o Lula?
Nós brasileiros, a partir desta guerra de acusações e defesas robustas do governo, as quais não se noticiam; onde tentam a todo custo tirar o governo de cena, estamos numa encruzilhada com armadilhas; escolhermos o caminho certo será vital para não corrermos os riscos de caminharmos para o desastre, e se fosse numa disputa séria e verdadeira, nada contra. No entanto a mentira da mídia e as torneiras fechadas pelo Presidente, nitidamente desagradaram todos os feudos e Caciques das regiões do Brasil.
E perguntamos aos nossos leitores, excluindo o jeitão do Presidente, incompatível com o decoro do cargo mais alto do país, quem pode negar o que já foi feito de bom, e nós que estamos vivendo este momento, e temos em torno de cinquenta anos, nunca vimos um choque de gestão e lisura, onde os recursos contingenciados permitiram lucros em estatais e término de obras de 10, 20, 30 e 70 anos iniciadas e terminadas só agora nos mil dias de governo Bolsonaro? É um dos feitos mais inéditos de todos os tempos!
Que Deus nos proteja a todos, especialmente às vítimas da pandemia, e os profissionais da linha de frente da saúde sem distinções!!!
Vale a pena lutarmos para um Brasil melhor!


 
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