AS ULTIMAS


POLÍTICA

COLUNAS

ESPORTES

Embora priorizados, 300 policiais militares recusaram vacina em Minas



 A vacina contra a COVID-19, principal bloqueio para a disseminação do novo coronavírus, foi recusada por 300 policiais militares de Minas Gerais. A categoria, que teve mais de 160 mortes pela doença respiratória, foi priorizada na campanha de vacinação.

 Em Minas, profissionais das forças de segurança começaram a se vacinar em abril, antes mesmo de professores, motoristas ou garis. O número de recusas ao imunizante no estado foi informado pela Seção Técnica de Saúde da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) após questionamento feito pela reportagem do Estado de Minas através da Lei de Acesso à Informação. “Possuímos, até a presente data, registrados em nossas bases de dados, um total de 300 recusas de vacinação contra a COVID-19.

 Estas informações são correlatas à data de 16 de junho de 2021, às 10:40 horas. Destarte, não detemos informações quanto aos motivos que justificam a recusa à vacinação”, respondeu o órgão. Embora os motivos em dispensar o imunizante não tenham sido informados, parte desses profissionais que não deixaram de trabalhar um dia sequer durante a pandemia, lutaram para conseguir prioridade no esquema vacinal. O Estado de Minas mostrou, em 5 de abril, que 18,75% da tropa havia sido contaminada pelo novo coronavírus e pelo menos 164 militares morreram no estado em razão da doença. Os dados são da Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares de Minas Gerais (Aspra-MG).

Entre tantas perdas, em março deste ano, a PM ficou de luto após a morte do tenente Marco Antônio Santos Said, de 49 anos, comandante da 4ª Companhia do Batalhão de Trânsito (BPTran). Sempre com sorriso no rosto e muito prestigiado por colegas, nos últimos anos o oficial trabalhava como porta-voz do próprio BPTran, atendendo à imprensa nas solicitações de entrevista e fornecendo balanços da corporação.


 
Todos os Direitos Reservados - Notícias do Renan © 2017
Desenvolvido por: Renan Lenzi.