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Projeto enviado para Câmara de Capitólio prevê multa de R$ 50 mil para quem descumprir o decreto



 A Marinha do Brasil e a Prefeitura de Capitólio estão intensificando ações para conter aglomerações em imóveis, barcos e lanchas no Lago de Furnas, para assim conter o avanço da Covid-19 na região.

Em Capitólio, o turismo é uma das principais fontes de renda do Executivo e é um dos portais de entrada para os visitantes no Balneário de Furnas.

Desde o início da pandemia, as festas e aglomerações que ocorrem nestes imóveis, nos fins de semana, são alvo da fiscalização da Vigilância Sanitária.

Para fechar ainda mais o cerco, um projeto do Executivo enviado à Câmara de Vereadores prevê o aumento de R$ 10 mil para R$ 50 mil o valor das multas aplicadas aos responsáveis pelo descumprimento das normas do decreto em vigência.

O projeto ainda será votado pelos parlamentares.

”O projeto inclui como responsável o proprietário da casa porque, atualmente, o proprietário da casa não responde como responsável, apenas a pessoa que se identifica como responsável pelo evento”, esclareceu o prefeito do município, Cristiano Silva (PP).

De acordo com o prefeito, um dos focos da fiscalização é a quantidade de pessoas que entram nos bares flutuantes do lago. 

“O não cumprimento dessas exigências acarretará em multa e um possível fechamento desses locais”, pontuou o prefeito.

Outro desafio para as autoridades sanitárias é evitar as aglomerações que ocorrem em barcos e lanchas. “Fizemos um trabalho junto aos complexos que fazem os passeios particulares, conversamos com os empresários, marinheiros e eles estão muito conscientes.

 A gente faz um trabalho de fiscalização forte na água, onde a gente não permite que as lanchas entrem nos cânions sem máscaras. 

As pessoas têm que estar de máscaras”, enfatizou o prefeito.


 
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