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Coluna Fatos e Versões com Rodrigo Silva Fernandes



 Iluminado  

O governo municipal instalou 18 mil novas luminárias de LED na rede de iluminação pública de Varginha. Com este investimento a cidade ficará mais iluminada e principalmente segura. Além disso, a tecnologia de LED que está substituindo as antigas lâmpadas de mercúrio ou incandescentes, são mais econômicas e reduzem o gasto público com iluminação pública. O prefeito Verdi Melo já anunciou que vai reduzir a taxa de iluminação pública, que vem cobrada junto da conta de energia da Cemig. A coluna já disse anteriormente que a boa gestão do governo municipal nesta área pode, e precisa, melhorar ainda mais. Com o valor arrecadado pela taxa de iluminação é possível que o município invista em energia fotovoltaica, utilizando, por exemplo, o telhado de escolas e outros prédios públicos para instalar as placas fotovoltaicas que poderiam ser compradas com o valor excedente da taxa de iluminação pública. Tal iniciativa já tem sido realizada em outras prefeituras e garantiu maior economia e sustentabilidade em outras cidades. 

 

Aposta em Vérdi e confiança em Varginha   

O prefeito Vérdi Melo recebeu nesta semana em Varginha o empresário Nelson Sendas, proprietário do Sendas Armazéns Gerais. O empresário veio apresentar o projeto de ampliação de suas atividades na cidade para o próximo ano, o que resultará na geração de novos empregos e renda para o município. O Grupo Sendas possui armazéns com moderna tecnologia e infraestrutura. A Família Sendas, inclusive, foi uma das doadoras da campanha eleitoral de Vérdi Melo e mostra confiança na cidade ao investir na ampliação de sua unidade local. A informação de que a Família Sendas foi doadora na campanha de Vérdi não tem conotação pejorativa, pelo contrário. Mostra que a aposta/escolha por um dos candidatos resultou em melhoria da cidade a ponto de, agora, a empresa estar fazendo ampliações. Erros de eleições passadas e investigações da Operação da Lava jato de certa forma “criminalizaram doações eleitorais” mesmo as de pessoa física que ainda são permitidas. Quando na verdade deveriam estimular o cidadão de bem a se interessar pela política, escolher bem e, por que não, apostar num nome que tenha condições de melhorar o Brasil. Afinal, quando você “sente no bolso, certamente você acompanha mais, cobra, participa, fiscaliza e contribui para dar certo”.  

  

Pacheco em Varginha  

O presidente do Senado Rodrigo Pacheco passou por Varginha no último sábado, quando se encontrou com o prefeito Vérdi Melo, o vice Leonardo Ciacci e o secretário municipal de Turismo Charles Barry. Pacheco desceu no aeroporto de Varginha com destino a evento em Santa Rita do Sapucaí. O senador e sua equipe fizeram o trajeto de Varginha a Santa Rita do Sapucaí de carro. Na rápida passagem por Varginha Pacheco conversou com Vérdi sobre investimentos e projetos para a cidade. Vérdi também aproveitou a oportunidade para agradecer o senador pelo Democrata de Minas Gerais pelo recurso de R$ 5 milhões destinados pelo Ministério da Saúde ao Hospital Bom Pastor. Rodrigo Pacheco se empenhou pessoalmente na busca deste recurso para a cidade. As entidades e institutos que acompanham a movimentação política em Brasília tem noticiado que Rodrigo Pacheco tem se destacado como um dos melhores parlamentares do Congresso Nacional, bem como uma das personalidades políticas mais influentes do Brasil. Mesmo com todo o prestigio conquistado, Rodrigo Pacheco, que é rondoniense de nascimento e mineiro de criação mantem sua simplicidade mineira e atuação discreta sendo fundamental para importantes avanços políticos no Brasil. No planalto central são fortes as pressões para que Rodrigo Pacheco integre uma terceira via política como opção ao eleitor que não quer a volta do PT com o ex-presidente Lula e também não apoia a condução truculenta do presidente Jair Bolsonaro. Com certeza o comentário corrente de que Rodrigo Pacheco pode vir a ser candidato a governador de Minas ou mesmo candidato a presidente da República encontraria muito apoio em Varginha, onde o político cultiva muitos amigos.  

  

A Cesar o que é de Cesar  

Durante o mandato do ex-presidente Michel Temer (MDB) foi iniciada uma diminuição da estrutura da máquina pública. Principalmente do Executivo federal, que reúne milhares de servidores da ativa lotados em centenas de órgãos públicos federais pelo Brasil. Na medida em que alguns iam aposentando ou com a tecnologia implantada no governo o número de servidores foi diminuindo, reduzindo o inchaço da máquina pública. Este processo de redução do estado foi acentuado na atual gestão de Jair Bolsonaro, com a menor taxa de reposição de funcionários da série histórica desde o início deste acompanhamento. Esta notícia é boa na medida em que o governo federal deixa de gastar com sua própria existência e destina mais recursos para investimentos. Na verdade, todos os governos, em todas as esferas, federal, estadual e municipal, deveriam se preocupar em reduzir seu tamanho e dar mais eficiência de gestão com menos servidores. Fazer mais com menos! Não existe um acompanhamento desta taxa de reposição de funcionários no Executivo municipal. Ou seja, não existem estudos concretos e sistematizados que possam informar se a Prefeitura de Varginha vem crescendo em relação ao número de servidores em comparação, por exemplo, a iniciativa privada. Seria muito bom se existisse este acompanhamento de dados. Todavia, se formos “ouvir a voz das ruas” quanto ao que pensa o contribuinte municipal que paga todos os salários da Prefeitura de Varginha, certamente que a resposta seria “poderia gastar menos, poderia enxugar mais”. E pelo visto, mais difícil do que fazer tal estudo/levantamento no crescimento da folha de pagamentos do município, seria propriamente “ouvir a voz das ruas”!  

  

Ministério Público de Varginha na vanguarda  

O Ministério Público de Minas Gerais sofreu mudanças recentes nas leis que normatizam a instituição. Com a aprovação pela Assembleia Legislativa das mudanças que regem o Ministério Público, a instituição vai iniciar a criação das Unidades de Combate ao Crime Organizado e à Corrupção – UCC. A nova estrutura vai interagir com outras já existentes no Ministério Público estadual como o GAECO, CAOET, CAOCRIM, além de outras instituições parceiras do Ministério Público como a Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Federal, Receita Estadual, Receita Federal e muitos outros. Com a nova estrutura inovadora o Ministério Público mineiro mostra sua atuação de vanguarda, sendo referência no Brasil em diversas área como Meio Ambiente, por exemplo. Segundo postagem do Procurador Geral de Justiça de Minas Gerais, Jarbas Soares Júnior, as duas primeiras Unidades de Combate ao Crime Organizado e a Corrupção em Minas serão instaladas em Belo Horizonte e Varginha. Sem dúvida uma ótima atuação do Ministério Público mineiro contra corruptos e sonegadores.  

  

Tocando em frente, até quando?  

A obra da rotatória do Bairro Santa Maria continua e vem atormentando muito motorista, pedestres e comerciantes do local. Todos sabiam que a obra iria demorar, por conta do volume de mudanças, tamanho e complexidade da obra. Todavia, para os motoristas e pedestres que passam no local é necessário melhor sinalização e fiscalização da Guarda Municipal e Departamento Municipal de Trânsito – Demutran no local, o que não ocorre sempre. Já para os comerciantes da região a demora na entrega da obra significa prejuízos financeiros o que com a pandemia se torna ainda mais grave. Certamente que o Governo Municipal está atento as obras, mas precisa cobrar mais atuação da Guarda Municipal e Demutran, sob pena de que eventuais acidentes no local caiam no “colo da Prefeitura de Varginha e sejam creditados a mau planejamento da administração”. 

 

Muito barulho por nada 

Nesta semana um fato curioso ocorreu na cena política de Varginha: uma manifestação (não oficial) do Partido dos Trabalhadores, oriunda de um de seus líderes, em defesa da memória do ex-prefeito Mauro Teixeira. Ocorre que o governo municipal está fazendo uma pequena obra na guarita de entrada do prédio da Prefeitura de Varginha, e no desenvolver da obra (que continua em andamento) parte do nome do saudoso prefeito Mauro Teixeira foi removido. O ex-prefeito petista dá nome ao prédio da Prefeitura, que foi transferida pro alto da Vila Paiva na gestão petista. A realização da obra é algo corriqueiro no universo de obras municipais que afetam a mudança de placas de inauguração e outros protocolos. Não acredito que Vérdi Melo ou qualquer outro servidor público tenha premeditado a retirada do nome de Mauro Teixeira, se não fosse estritamente necessário para a ampliação da guarita. Contudo, em postagem nas redes sociais o ex-vereador Renato Clepf, um dos líderes do PT de Varginha mostrou descontentamento e insinuou que a retirada do nome do petista poderia ser uma retaliação política, entre outras possibilidades. A assessoria da Prefeitura de Varginha ainda se deu ao trabalho de fazer uma nota de esclarecimento para dizer que a obra está em andamento e que, ao final, o nome do ex-prefeito que dá nome ao prédio da prefeitura será recolocado. Mas o importante deste fato isolado e aparentemente bobo é que mostra que a oposição petista “está viva e atenta ao que ocorre na cidade”. Certamente que a manifestação do ex-vereador Renato Clepf não ficou despercebida entre seus colegas e o PT, que vai lançar candidato a governador em 2021, vai retornar em Varginha também. Certamente não com a mesma força, mas sem dúvida, com uma militância combativa. 

 

Redução de danos políticos  

O prefeito Vérdi Melo sabe que a necessária imposição de fechamento do comércio em razão da pandemia prejudicou sua imagem e apoio junto ao comércio local, que ainda sofre muito pela dramática queda de faturamento. Muitos empresários, principalmente do setor de serviços, tiveram que demitir e acumulam muitas dívidas. A assessoria do governo tem ficado atenta a tais movimentos e insatisfações. Tanto assim que no diário oficial de 15 de julho trouxe a Lei número 6.846, de 12 de julho de 2021, que estabelece as “atividades religiosas e templos de qualquer culto como atividade essencial em períodos de emergência em saúde ou calamidade pública”. A medida é mais “política que sanitária” tendo em vista que a insatisfação no universo católico e evangélico estava grande com a interdição de igrejas pela cidade. Agora, com a publicação da lei, as igrejas não poderão mais ser proibidas de funcionar. “Poderá ser realizada a limitação do número de pessoas presentes em tais locais, de acordo com a gravidade da situação desde que por decisão devidamente fundamentada da autoridade competente, devendo ser mantido atendimento presencial” diz a lei. Na tradição da política do interior é muito forte o ensinamento de que “político que briga com a igreja pode se aposentar das vitórias nas urnas”. 

 

Saco de bondades 

Com os efeitos da pandemia do Covid-19 ainda reverberando em vários setores da sociedade, o governo municipal tem realizado diversas “boas ações pontuais” em áreas onde há “muita gritaria política ou pressão popular”. Acredito que isso tenha ocorrido no caso da publicação do decreto 10.468 de 08 de julho de 2021. A nova norma publicada no diário Oficial de 15 de julho foi suspensa a cobrança pelo uso dos boxes do Mercado do Produtor, ponto tradicional da cidade e por onde passam milhares de pessoas todas as semanas. Os valores cobrados pelo uso dos boxes é muito pequeno para o município, servindo apenas para abater parte do custo de manutenção do local, que é bancado pela Prefeitura de Varginha. Segundo o decreto, a cobrança pelo uso do espaço vai voltar quando “acabar os efeitos da pandemia do Covid-19”, o que ainda não tem data certa. Considerando que grande parcela dos feirantes são pequenos comerciantes e agricultores que sobrevivem, exclusivamente, da venda de seus produtos no Mercado do Produtor, o governo municipal acerta na isenção temporária. Mesmo porque, se formos pensar bem e avaliar questões políticas também, a manutenção do Estádio Municipal Melão, que esta no uso exclusivo do Boa Esporte continua sendo bancada pela Prefeitura de Varginha. E olha que o estádio não pode ter torcida durante a pandemia, então nem mesmo a população “aproveita deste gasto específico que beneficia apenas o time”. Já no caso do Mercado do Produtor, onde pelo menos há pagamento de “aluguel” e o espaço está sempre aberto à população, parece mais justo que o município conceda benefícios as dezenas de pequenos produtores locais do que ao mundo da cartolagem esportiva. 



 
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