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Coluna - Luiz Fernando Alfredo



 O cérebro é traiçoeiro

     Ao iniciarmos este texto resolvemos fazer uma correlação do pouco que aprendemos sobre neurociência a fim de tentarmos entender os fenômenos que estão acontecendo no Brasil, inversões de valores incompreensíveis, por mais que façamos um exercício de raciocínio, continuamos estupefatos com esta polarização estúpida e desagregadora de alguns brasileiros contra o próprio país.
      A Cosmovisão é uma maneira subjetiva de ver e entender o mundo, especialmente as relações humanas e as questões filosóficas básicas como a nossa visão de mundo e a finalidade da nossa existência.
     O mundo é como a sala de espelhos de um parque de diversões. Tudo parece extremamente real, mas, na verdade, não passa de ilusões.
     Pode parecer assustador, mas a realidade é um jogo da mente. Pesquisas neurológicas têm demonstrado a capacidade do cérebro de enganar as pessoas, tornando a percepção muito individualizada.
     Segundo os pesquisadores, em vez de registrar todos os detalhes de uma cena, o cérebro é altamente seletivo. Nossa impressão de que podemos ver tudo é apenas uma impressão, afirmam. Isso não é anormal. Pelo contrário. O cérebro é muito inteligente e sabe que não é necessário registrar todas as imagens visualizadas no dia a dia: isso seria um desperdício de atenção. 
    Como somos um estudioso de diversas ciências, sempre que escrevemos um texto, fazemos um introito pertinente com intuito de mostrarmos que fundamentamos aquilo que acreditamos, lógico não esperamos que todos concordem, contudo nos arvoramos a propor algo que possa ser útil pelo menos para um leitor ou mais.
     Gostamos de política mais como ciência, mas nunca como politiqueiro, tentando fazer a cabeça das pessoas a favor de um candidato, pois na política existe uma máxima infalível chamada tendência e quando ela está favorável a alguma mudança é impossível convencer alguém do contrário.
      Temos insistido com veemência sobre a mudança positiva do país após o ano de 2019 e acreditamos tanto nestas novidades e bons resultados cuja certeza de um Brasil bem promissor nos deixam cheios de esperança; e a convicção é tamanha, que chegamos até refletir o seguinte: Será que não estamos obcecados como esta imprensa vigarista e inconsequente e seus protegidos esquerdistas e oportunistas que arrebentaram com o Brasil até 2018? 
      Inobstante as nossas dúvidas, concluímos que é impossível estarmos errados, pois este governo que poderia ser representado por qualquer um, com os mesmos ideais, renovando esta república das bananas, foi um divisor de águas entre o que acontece de verdade hoje e a roubalheira indescritível do PT e seus puxadinhos, tanto que, acordos de leniência das Empreiteiras e as delações premiadas, com as devoluções de bilhões é mais do que um retrato fiel da patifaria da esquerda. Tornar o maior ladrão da história elegível é inominável e inconsequente.
     Por tudo que aconteceu e o perigo que o Brasil corre diante destas tendências esquerdistas na América do Sul, qualquer um que fosse manter o país nos trilhos da verdade, da família, contra o aborto, a liberdade de religião e tudo mais rigorosamente de acordo com a Constituição Federal serviria para ser nosso Presidente. Agora quanto a esta esquerda violenta, sem princípios, desesperada por poder, seria um retrocesso abusivo e uma iminente tendência ao comunismo indo ao encontro dos planos Chineses de dominar o mundo e o Brasil é uma presa fácil com o poder na mão da esquerda, que pensa que o futuro pertence a eles eternamente.
      Apesar de nossos reduzidos comentários científicos das experiências da neurociência sobre o cérebro, acreditamos que ele pode nos pregar peças; mas quando se trata da visão de um malfeitor que meteu a mão do bolso de todos os brasileiros direta e indiretamente, a maioria da população vai expurgar para sempre este crápula, através das urnas.
      O cérebro é traiçoeiro e inteligente, mas dificilmente a “mexida no bolso” de qualquer um, não o deixa desmemoriado, pelo contrário, fica registado na memória permanente (hipocampo), por isto é impossível olhar para o Lula e seus bandidos e não lembrarmos deles atrás das grades de um presidio e jamais no Palácio do Planalto.


 
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