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Coluna - Luiz Fernando Alfredo


 Até agora os feitiços viraram contra os feiticeiros


O cara é blindado, protegido, sortudo ou estávamos necessitando de alguém verdadeiro e autêntico, para chacoalhar com força às estruturas brasileiras, a fim de acordar o povo, os bons políticos, os servidores públicos comuns, empoderados de bem, em geral, e os segmentos da sociedade do coração verde amarelo? Achamos que o Brasil estava com o sistema tão podre, que a eleição tão contestada de Bolsonaro mesmo sendo, a mais enjeitada pelo sistema, em todos os tempos, ainda assim, o Presidente fez uma gestão bem diferente em termos de austeridade, demonstrando, que é difícil, porém possível fazer a coisa certa, o que falta é uma reforma política isenta de fisiologismos.

Em não se prosperando para uma possível reeleição de Bolsonaro, por conta de forças ocultas poderosas, já servirá como grande alerta à sociedade, do quanto nos tornamos em três categorias de corruptos, os convictos profissionais, os que são envolvidos pelo “modus operandi” e os demais que indiretamente tenham que aceitar, se calar, por acharem que não tem forças para contestar.

 De fato, sem remédio amargo certas doenças não saram, mas já vimos que sem corrupção o país prospera – funciona devagar, mas com dinheiro.

Os resultados das eleições de 2018 nos surpreenderam muito, já dissemos, porque jamais achamos que o país seria governável, ajustando-se ao programa ousado de governo do então deputado Bolsonaro. Chegamos a pensar que em menos de dois anos ele seria expurgado pela conturbada Brasília. Se não entram no esquema que vem desde a proclamação da república, com o golpe dado contra o brasileiro D. Pedro II, monarca, porém grande estadista; você tá fora, devidamente excomungado pela oligarquia. Só para ilustrar, monarquia com parlamentarismo, se compararmos os prós e contras, é bem menos complicada do que as outras formas de governo.

Bem, devaneios a parte, podemos dizer que nós já vivemos um semiparlamentarismo hoje, com este presidencialismo de coalisão. O Parlamento tem mais autoridade do que o Executivo, em tudo aquilo que não é discricionário, ou seja às prerrogativas constitucionais que, não são exclusivas do Presidente, depende de autorização legislativa.

Até que não estaria errado, se a constituição de 1.988 não tivesse privado o executivo de muitas decisões que emperram à máquina pública administrativa, operacional e economicamente, tudo isto porque os constituintes da época, ficaram com receio dos acontecimentos de 1.964, ter alguma chance, daquilo que muitos chamaram de golpe, voltar acontecer, daí fecharam todas possibilidades, tornando o país ingovernável, sem um “balcão de negócios”, o qual virou esta política promíscua  na linda Brasília, capital de um dos países mais ricos e bom de se viver do planeta. E para mudarmos, só uma nova Assembleia Constituinte, o que é muito difícil, porém possível depende do povo querer.

Em que pese, os sonhos de Bolsonaro, a adesão do povo, cansado do PT, puxadinhos e também dos simpatizantes da esquerda, como o PSDB, não foi possível concretizar totalmente as mudanças prometidas, por falta de apoio do congresso que tem muitos independentes. Sem saída, o governo, a bem da causa, da liberdade e da paz, teve que se render às raposas adesistas de plantão, com a finalidade de conseguir consolidar a transparência da democracia, começando pelo voto eletrônico auditável e às reformas que se fazem necessárias, para equilibrar as contas do país, arrasado pelos quatorze anos da esquerda radical simpática ao comunismo; e também por conta da pandemia inesperada, que infelizmente ainda não sabemos qual será o desfecho.

Com esta postura política do governo, para conseguir governabilidade, o Presidente e demais poderes juntos poderão fazer o Brasil deslanchar mais. Vamos aguardar, pois nunca vimos tantos traidores da pátria nestes dois anos e meio. Caramba, não sabíamos que Joaquim Silvério dos Reis deixara tantos DNAs espalhados! Dá-nos uma sensação, nós que não convivemos no Congresso diariamente, que o processo lá dentro é um salve-se quem puder e o resto é só fingimento, traição, segundas intenções e barganhas espúrias, sempre contra o patrimônio público.

Quem não quiser enxergar que o Brasil melhorou depois de 2019, não importa, não há o que fazer, mas os fatores positivos que a economia, o combate a corrupção, os resultados positivos das estatais, as obras terminadas de governos passados, o aumento do transporte ferroviário e o socorro para cobrir os desajustes provocados pela pandemia em todos segmentos produtivos, a reforma da previdência, autonomia do banco central, privatizações falam por si mesmo, e isto tudo com “freio de mão” puxado pelos outros poderes da república e a desqualificação sistemática da maldita imprensa militante.

Mudando nosso comentário para o lado jocoso, embora diante de uma situação séria, podemos enumerar quantos feitiços viraram contra os feiticeiros, desde a campanha do estouvado Bolsonaro.

Durante sua campanha, toda a imprensa fazia troças com Bolsonaro e como ele tinha respostas precisas no mesmo tom, transformando eventos sérios em situações hilariantes, não acreditavam que ele teria qualquer chance de chegar lá, no entanto ele foi crescendo gradativamente a cada programa de televisão, debates, eventos e mídias sociais, sem que ninguém notasse que suas falas quase utópicas e politicamente incorreta, sugestionavam o povo, e quando se deram conta da tendência da população enojada dos políticos tradicionais, já era, nem a mídia virando todo os seus canhões para o candidato, não adiantou, o feitiço sempre voltava para o feiticeiro.

Destacando dois eventos terrivelmente enfeitiçados, que virou contra os feiticeiros, foram suas entrevistas como candidato, ao Jornal Nacional e para aqueles dez jornalistas da globos News, onde Miriam Leitoa, parece ter incorporado algo muito estranho.  

E a audiência da Rede Funerária de televisão e as mentiras contra o Presidente, descredenciam-na tanto que causam fortes prejuízos ao Complexo gigante - Globo lixo. A agressão ao Bolsonaro pelo Adélio Bispo foi também uma vantagem para ele, pois sua convalescência permitiu ao mesmo permanecer numa campanha tranquila, sem debates e consequentemente os votos aumentaram muito, apesar dos riscos de sua vida.

Aqueles que fizeram com que ele saísse do partido PSL, mais feitiços contra feiticeiros, seus inúmeros candidatos ao congresso, “caroneiros” dos votos de Bolsonaro, talvez não se reelejam facilmente, alguns já perderam a moral.

As maldades de Rodrigo Maia e Alcolumbre contra o país, voltaram contra os dois, colocando-os num ostracismo irrecuperável, talvez para sempre.

A CPI da COVID 19 de Barroso corroborada pelo “vaselina” Rodrigo Pacheco e ainda prorrogado por ele, destruiu a credibilidade do Senado e do próprio.

Mais feitiços voltando contra os feiticeiros, as trapaças dos otários da CPI contra o governo, cada vez perde mais audiência e ainda mostra o quanto a oposição é mentirosa, desonesta e tendenciosa, até agora nada de concreto, a não ser os supostos crimes de alguns dos inquisidores.

Macron, presidente da França coloca feitiço em Bolsonaro e o retorno foi que o nosso Presidente fez o mundo inteiro enxergar como sua mulher é feia, lamentamos falar assim, pois não tem nada a ver, mas é feia mesmo, o mentiroso amante de holofotes internacionais que se dane.

Tiraram Lula da cadeia tornaram-no elegível, só que o ex ladrão não pode sequer sair na rua, e ainda não tem nenhuma chance de disputar eleições normalmente, pois este retrocesso, os brasileiros não permitirão, e no mais aumentou o desespero dos malfeitores da república, pois não há possibilidade de terceira via -  ou ficam com o PT ou Bolsonaro ou talvez anule o voto, o que não é patriótico.

O Data falha que é da falha de São Paulo, mais o Estadão de loucura, colocam Lula na frente de Bolsonaro (Fake News), está muito longe para tal afirmação, mas não duvidamos que se continuar nesta toada, Bolsonaro ganha no primeiro turno, agora que inteligentemente se juntou aos partidos de centro de direita, para sua governabilidade. Mais um feitiço contra o feiticeiro. Só que é fundamental, caso o Vice não seja Mourão, que seja outro General, pois eles são disciplinados, obedientes e não traem a instituição. Vejam Mourão destoou mas não desafinou e nem traiu.

Apesar de termos relatados só fatos, política é como nuvem, pode mudar de lugar de repente, mas Lula Presidente jamais, do contrário, como diz Paula Marisa, jornalista, ao invés de Jair, já era e ninguém vai arriscar o socialismo que, com a derrocada dos mandantes de Cuba, o sistema vai falir e depois, honra seja feita, nossas Forças Armadas são preparadas e lúcidas, não interessam em sair de seus quadrados para um golpe, por simples amor ao poder, mas defenderão nossa soberania, se for preciso.

A esquerda é que tem que se conformar com os resultados das urnas auditáveis, pois os exemplos Cubanos, Venezuelanos, Bolivianos, Argentinos e Peruanos estão afligindo aos brasileiros, que já rechaçaram o monstro do comunismo em 1.964 e não querem outra experiência.

Mas, a título de simulação, e para desespero da maioria e surpresa de ninguém, vamos imaginar o Ladrão Lula eleito Presidente. Quais seriam seus Ministros? Dilma Roussef, José Dirceu, Rodrigo Maia, Stédile, Orlando Silva, Boulos, Marina Silva, Randolfe, Omar, Renan, Gleice Hoffman, Haddad, Manoela Dávila, Jaques Wagner, Amorim, Delúbio, João Vacari, Eduardo Leite, Kassab,  Gedel, quem sabe até o Casa Grande que mete seu nariz em tudo, como farinha, orégano, política, crítica a colegas etc.

Que Deus mostre o caminho do consenso pacífico para desenvolvermos o Brasil e livrar-nos da maior crise que temos notícia com esta pandemia desgraçada e repentina, oriunda da República da China, que poderia ter alertado o mundo rapidamente e não o fez!



 
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