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Coluna - Luiz Fernando Alfredo

 

O que acontecerá com eles em 2022?

No nosso texto anterior, perguntamos onde estariam os intelectuais, as cabeças pensantes do país da ativa e aposentados, independentemente de suas ideologias, para pensarem o Brasil, já que o mundo está mudado e em evolução para o  lado negativo, e a nova geração que está chegando, não tem tanto compromisso com os mesmos parâmetros conservadores, pensam como querem, inventam rótulos para não haver discriminações, perderam muitos valores, o que torna a maioria indisciplinada e ativistas políticos volúveis e analfabetos funcionais, incapazes de partirem para uma metamorfose aceitável e remediada. A pluralidade de ideias oriundas do egocentrismo que exigem do indivíduo competição sistemática para fazer face à satisfação plena de seus desejos materiais e emocionais – sempre na expectativa das dádivas virem de onde não se plantou.

Quem são eles? Esquerdistas radicais, moderados e centros de direitas, mornos, descompromissados com o futuro, comunistas, parasitas do estado, hipócritas, traidores da pátria, políticos oportunistas profissionais e as massas sem acesso às informações, exploradores, financistas etc.

O et cetera que utilizamos foi para abrirmos o horizonte do tema que queremos discorrer sobre a anarquia que virou nossa democracia (uma das piores do mundo livre), sem restringirmos às castas ideológicas, colocando num espaço único - os habitantes em geral.

Achamos o mundo complicado desnecessariamente, e via de regra, o Brasil também está dentro do contexto ao conceituarem, rotularem, criarem direitos e deveres seletivos e se ocuparem com a superficialidade das coisas que não mudam a verdadeira busca do bem estar de todos.

Já tivemos a oportunidade de falarmos sobre teorias demais (não provadas) e pragmatismos de menos; preconceitos infundados que desorganizam a unicidade de maneira atroz, sendo que ninguém escapa das leis naturais e transcendentais – somos corpo e alma – e ainda é indefinido para nós a fisiologia do corpo humano se é impulsionada por fenômenos psíquicos ou imaterial, (anímicos – espirituais).

A cada ciclo de 20 em 20 anos, hoje talvez menos em função da velocidade das ocorrências de mudanças, somos direcionados para outro ângulo de visão, porquanto surgem às dificuldades de adaptação do antigo com o novo, a desarmonia, dando lugar aos conflitos fundamentais desde o lar até aos limites do conhecimento e da ética.

Inventam tantas complicações inócuas, pois desde o início da história, numa escala de importância ilusória, buscamos poder, dinheiro, felicidade e competição e os mecanismos comuns para conseguirmos este “status quo” são espertezas, guerras, religiões, política, tudo em nome de Deus, enfim “homo enin decet credit in eum” (O homem acredita no que lhe convém). E assim caminha a humanidade, na verdade, salve-se quem puder, você adapta ao sistema ou vira santo, o que é quase impossível. 

Mesmo na nossa pífia democracia, onde o povo, dá através do voto, o poder aos representantes que dirigem os destinos da nação, na qualidade de mandatários para representarem o seus desejos de mandantes, não devem ser surpreendidos por atos prejudiciais ao país, irremediáveis a curto prazo, como é o caso do voto ELETRÕNICO E IMPRESSO PARA EVITAR FRAUDES, que quase derrubaram na seção de sexta passada e ainda aprovaram na surdina um aumento de dois bilhões para seis bilhões no fundo eleitoral e partidário, sem contar às inúmeras denúncias de corrupção que estão tentando colocarem na conta de Bolsonaro, covardemente.

Vejam que reunimos todos nós brasileiros num quadrado só, crentes que possuímos mais imperfeições do que virtudes e considerando que o brasileiro tem um quociente intelectual médio de noventa pontos que significa inteligência normal (método Wais), numa escala que vai de 25 até acima de 140 (inteligência genial), temos certeza que não precisamos de pensadores geniais para nortearem os  nossos caminhos, basta não darmos créditos aos comunistas, bandidos comprovados, mal intencionados contrários à transparência pública e esquecermos de todos nas urnas, pois eles merecem Cuba, Venezuela, China, Rede Globo, Bandeirantes, CNN, jornais O Globo, Folha de São Paulo e outros. Salve a imprensa honesta!

Praticamente fizemos a vontade da esquerda neste texto, ficamos neutre, nós brasileiros não precisamos ser inteligentos nem inteligentas, só inteligentes, nada de mudanças nem no quibe e nem no croquete, só na mortadeles e ainda bem que acabou com a Presidenta, neologismo criado pelo PT.

E a propósito, várias vezes citamos a desconfiança que nutrimos por Rodrigo Pacheco, vejam:  Até agora não fez nada de bom para o Brasil, só média para plateia, traiu o Bolsonaro e ainda está mordido pela mosca azul da candidatura a Presidente da república, um tremendo “vaselina”, traidor, omisso que bloqueou suas contas nas redes sociais para não ter que encarar o povo.

Que Deus proteja o Brasil, seus dirigentes, profissionais de saúde e vítimas da pandemia!


 
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