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Coluna - Luiz Fernando Alfredo

 

“Deu duro? Tome um Dreher” - Presidente


Já pensaram se o Bolsonaro bebesse impulsionado por esta propaganda de conhaque? Em dois anos e meio, seu fígado teria explodido!

Caramba, como pode um ser humano suportar tantos ataques de histeria, ódio, repulsa, injustiça, desejos sórdidos, tipo, tomara que ele morra! Genocida, mentiroso, tudo que se possa pensar em termos de ofensa, oriundas da maioria da imprensa, políticos hipócritas e uma pequena parcela da população brasileira. O homem mais traído, retaliado da história do Brasil pela maioria dos políticos e autoridades, por um simples motivo relevante: Querer um país democrático, livre, honesto em benefício do seu povo.

Até alguns chefes e autoridades de governos internacionais, com destaques para o Presidente da França e o embaixador da China comunista, dentro do nosso país, não se importando com o decoro do seu cargo, se metem   na nossa política interna.

Um Presidente desonrado por qualquer vagabundo, salafrário e até alguns ladrões profissionais, imbecis e canalhas, só porque ele está tentando  desmamar uma bezerrada e bois velhos famintos. Não podemos generalizar todos os parlamentares, enfim todos envolvidos com o serviço público das três esferas de governo, mas o sistema, os vícios, a ganância, a vaidade fazem com que haja uma contaminação endêmica, afinal têm em qualquer partido, muitas pessoas de bem, não importa o rotulo da ideologia.

É evidente que muitas pessoas, por questão de preferência e empatia têm todo direito de não gostar deste Presidente, e nem por isto serem consideradas marginalizadas, afinal, com todo respeito, o choro é livre, de acordo com a Majú da globo lixo.

Quando analisamos o caráter daqueles que detestam Bolsonaro, considerando o que sabemos deles pela mídia ou pelas fichas processuais, dá vontade de chamar a polícia, afinal adversário é uma coisa, mas má índole e calúnia são muito diferentes, tipo Alexandre Frota, Cajuru, Gleice Hofmam, Omar Aziz, Randolfe, Renan, Humberto Costa, Dória, Witizel, Lula, Dilma, Boulos,  e outros desrespeitadores da postura ética mínima para com um chefe da nação, o fato em si rebaixa a Instituição Presidência e a República. 

Bem, continuarmos com esta escrita é “chover no molhado”, ninguém é bobo mais, por isto queremos deixar uma maldição bem maligna neste texto, mas de todo o coração: Tomara que o Presidente Bolsonaro acabe com a boquinha destes inimigos do Brasil, os quais para o povo estão igual radinhos com defeito, não ligam mais, e veta os bilhões que eles aprovaram de maneira espúria na calada da noite para o fundão eleitoral e dane-se suas campanhas. 

Vão tentar impedi-lo com mais força, de continuar governando com certeza, mas o que fazer contra uma força descomunal? Saia de cabeça erguida e aguarde os acontecimentos, caso consigam um impeachment  inconsistente, apenas, meramente político, mesmo escarnecendo da constituição federal, do povo e das forças armadas. Como Bolsonaro é diferente de Lula!

O Lula, acusado de corrupção na época, se dizia a alma mais honesta do Brasil (gozava o país inteiro), durante seus julgamentos, desafiou  em rede nacional, todas às autoridades brasileiras, com sua arrogância e megalomania costumeiras, e hoje elegível por uma manobra judicial, mas não inocentado, está ai candidato além de rindo de todos, falando que vai voltar (segundo pesquisa do data falha) e nas entrelinhas, praticar às mesmas aberrações esquerdistas do passado, inclusive defendendo o comunismo. Gostaríamos de ver o Lula desfilando no meio do povo normalmente.

Logicamente, Sr. Presidente Bolsonaro, se a justiça permitir, o fato estará criado e consumado, e a história vai julga-lo através do verdadeiro estado democrático de direito, emanado do povo novamente como em 2018, e a curtíssimo prazo.

Por outro lado, caso às feras carnívoras e indômitas não consigam tira-lo, termine seu mandato e tente se reeleger, mas será pauleira, e com certeza, prejudicará o Brasil. Não tem como continuar um governo sem um mínimo de respeito e tranquilidade. Querem até mudar a forma de governo para parlamentarismo com trinta e cinco partidos (lojinhas de conveniências), para ficar livre de Bolsonaro. Que país é este? A esposa é surpreendida traindo o marido no sofá, daí o corno para vingar, vende o sofá.

Parece até brincadeira ou palpite imbecil o nosso, mas alguém têm saída mais honrosa para um Presidente que prega o nome de Deus, pátria e família contra a mais abjeta conspiração no Brasil de todos os tempos e num período tão triste e desconfortável emocionalmente como o atual?

Que Deus inspire os brasileiros, dê forças àqueles que trabalham na saúde e tenha misericórdia das vítimas da pandemia!




 
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