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Produção e renda crescem com ajuda do Programa ATeG da FAEMG



 “O SENAR MINAS trouxe mudanças boas para a nossa família, a começar pelo jeito de enxergar o nosso trabalho”, disse o produtor Gilberto Ferreira, de Mário Campos, sobre o Programa SuperAção Brumadinho, do Sistema FAEMG/SENAR/INAES. Ele está recebendo acompanhamento do Programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) em olericultura há mais de um ano.

Neste ano, a produção de cebolinha dobrou, passando de 12.000 molhos colhidos por mês para 24.000. Também houve incremento produtivo, e a colheita de salsa rendeu 12.000 molhos na primeira safra, totalizando 36.000 unidades. “Tudo melhorou. A produção e a renda subiram bastante. Estamos satisfeitos”, revelou. “Conhecemos o ATeG em uma fase difícil, pois começávamos do zero”. Na época, a família havia acabado de aceitar uma proposta para mudar de cidade e trabalhar em uma nova área produtiva, reiniciando o cultivo de olerícolas, com foco inicial em cebolinhas. Ao avaliar os prós e contras, eles aceitaram o desafio.

 De acordo com o produtor, no antigo local, localizado às margens de uma estrada de terra, o fluxo de caminhões e máquinas pesadas era grande e a deposição de poeira sobre as folhas inviabiliza a comercialização. “Em meio a essa mudança de cenário, a oportunidade de receber as orientações técnicas veio a calhar. Foi na hora certa”, disse.

O agricultor recebe recomendações técnicas, como manejos preventivos no controle de doenças fúngicas e bacterianas, e sobre irrigação e adubação. Para ter mais clareza nos indicadores produtivos, ele é orientado para melhorar a gestão do negócio.

“Ele passou a ter o hábito de fazer anotações referentes ao fluxo de caixa - receitas e despesas, com o auxílio do caderno do produtor. Assim, as tomadas de decisão puderam ser mais assertivas e eficientes”, explicou o técnico de campo, Anderson Gustavo de Oliveira. As visitas mensais, aliadas à experiência de mais de 25 anos na área e à força de vontade de prosperar novamente, não só possibilitaram maior envolvimento da família na atividade, como tornaram o sonho de viver exclusivamente do campo realidade.

 “Em pouco tempo, vimos a renda mensal saltar de R$ 2.500 para R$ 6.000, o que contribuiu para que eu pudesse ter meu filho como braço direito na atividade”, comemorou Gilberto, destacando o desenvolvimento sustentável do negócio e os planos de sucessão familiar.


Fonte: FAEMG


 
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