AS ULTIMAS


POLÍTICA

COLUNAS

ESPORTES

Coluna - Luiz Fernando Alfredo



No fio da navalha


Não precisamos aprofundar na história, mas partindo-nos da nova república em 1.988, adotamos a democracia, obedecendo o “jeitinho brasileiro”, uma democracia de coalização, o que significa mais poderes para o congresso e menos para o executivo e o Poder Judiciário, representado pelo Supremo Tribunal federal sendo o órgão máximo, a priori, salvo engano, como um poder moderador, que quando acionado,  dirimiria dúvidas e controvérsias, que costumeiramente surgem na bela ciência do direito, por contas das lacunas legislativas e a modernidade.

Vejam que o Poder Executivo, representado pelo Presidente, seu vice e nas três esferas de governo, de acordo com o princípio da simetria, incluindo  as outras esferas de governo, Estadual e Municipal, eleitos pelo povo, são responsáveis por gerirem o país inteiro, fazer a execuções orçamentárias, administrarem as políticas públicas, tudo na forma da Constituição federal, leis complementares, códigos, leis ordinárias infra constitucionais, estatutos, política externa, balança comercial, política interna, soberania e a ordem, através das forças auxiliares, e Forças Armadas, as quais tem como comandante em Chefe, o Presidente da República.

O Poder Legislativo – Senado, Câmara Federal, Assembleias Legislativas e Câmaras Municipais, representando a vontade dos eleitores são escolhidos através do voto do povo – são mandatários do povo, o qual é seu mandante.

Os representantes do legislativo, a nosso ver, deveriam ser os mais fieis escudeiros dos  seus redutos eleitorais, no cumprimento das leis, a rigorosa fiscalização dos atos do executivo, legisladores probos, visando apenas os interesses da nação, serem os maiores interessados na transparência de atos republicanos, pois o parlamento, além de ter os Tribunais de Contas da União para auxilia-lo nos procedimentos federais, tem também nos estados e Municípios a mesma estruturas, além do Ministério Público para interpelar e ou acionar o judiciário, quantos aos crimes de responsabilidades dos Gestores do Poder executivo – 11. 140 Prefeitos e vices, seus 27 governadores e seus ênes Assessores de recrutamento amplo. Inclui-se neste complexo as autarquias, fundações, economias mista e agências reguladoras.

O Poder Legislativo tem as prerrogativas de abrir impeachment de membros dos Poderes executivo e judiciário, assim como dos seus membros que fugirem ao estatuído nos regimentos, especialmente falta de decoro, ato de improbidade e condenações criminais.
Vejam que temos 5.570 municípios, 26 Estados, o Distrito Federal, que tem governador, senadores e deputados, não tem prefeito e nem câmara municipal. Vamos imaginar uns 55.000 vereadores e 1.000 deputados estaduais, 513 deputados Federais, 81 Senadores e seus ênes assessores de recrutamento amplo em todo país.  

Após relatos de números e estruturas acima, dá para analisarmos, em que pese o tamanho, a responsabilidade, o alvo fácil, o mais injustiçado, o mais bombardeado, chantageado, ameaçado, vigiado, assediado, susceptível de ser punido (retirado do cargo), extremando os exemplos, até por ser feio, bêbado contumaz, piadista, honesto, arrogante, por ser uma anta, um incompetente, é sem dúvidas o Executivo. Digamos que é uma atitude mais política do que técnica, pois depende da sua base de apoio e o jeitinho da democracia de coalizão.
Ante ao exposto, gostaríamos de afirmar: Quanto mais responsabilidades, maiores as cobranças e mais solitário o responsável, por não poder confiar em quase ninguém!

No Brasil, o parlamento, em função das prerrogativas dadas pelo poder do povo, (que elegem mal por conta das suas regras eleitoreiras), seus  parlamentares, que deveriam de legislarem, de aprovarem leis, derrubarem vetos, fiscalizarem e punirem o Executivo e o Judiciário. Não há dúvidas que é o Poder mais importante, mais apaziguador do nosso país, só que hoje pouco acontece, achamos, com exceções é claro, o poder mais despreparado, covarde, omisso, corrupto, traidor, fisiologista e enganador do povo. Falta-lhes, respeito, compromisso e patriotismo, é evidente que não podemos generalizar tanto, por conta dos municípios, pois Vereadores são mais integrados com seus representados.

Também, esta nossa fala é antiga, voltamos a ela pela atual situação de insegurança que paira neste país. E ainda mais quem tem o “vaselina” Rodrigo Pacheco como Presidente do Senado, e o Artur Lira, falso como nota de três reais, como deputado, Presidente da Câmara Federal, o primeiro parece tremendamente ambicioso, terceiro na linha de sucessão e o segundo com algumas pendências no STF, no entanto segundo assistimos através das mídias, os dois tem interesses escusos, embora diferentes no Poder Judiciário.

Quantas dúvidas!!!! O que está por traz disto tudo??? Não bate as falas com a realidade!!!
Minoria não pode mais do que a maioria e ainda mais, quando se trata de melhorar o maior pilar da democracia!  A não ser que os caciques inconformados dos partidos estejam chantageando seus correligionários no parlamento. POR QUE CHANTEAGENDO? Já falamos sobre isto, uma certa elite antiga da política, que conduziu o Brasil a bel prazer de seus interesses,  donos ilegítimos de partidos políticos quase que a força, com a chegada de Bolsonaro  acabando com a sistemática fisiológica e corrupta, o que não agradou aos “donos” da República, que a todo custo tenta fazer do Presidente um personagem indesejável, no entanto, não é o que o povo vê,  pois o Brasil, apesar de tudo, está indo bem, sem corrupção, dentro do que estabelece a Constituição e mesmo com um Presidente tosco, ele é carismático, e o tanto que o seu nome é citado, por àqueles que não têm razões fáticas, vinte e quatro horas por dia,  deixam seu marketing cada vez mais preparado para ganhar no primeiro turno em 2022, se não armarem para ele se tornar inelegível.

Bolsonaro, não é apenas um homem corajoso, temperamental, mas muito mais inteligente e informado do que a maioria dos políticos e dos últimos dois presidentes (Lula e Dilma, juntos), ele tem carisma, cheiro de povo e é verdadeiro. A maioria dos políticos têm virtudes brocháveis diante do ouro.

Imputarem a Bolsonaro, às mentiras mais idiotas, como  genocida, fascista, negacionista, nazista, autoritário, irregularidades nas vacinas, cloroquinas, tratamentos da covid “of label”, queimadas na Amazônia, é pura propaganda eleitoral para o Presidente, porque o povo sabe que é mentira, devido ao legado que ele recebera; já estavam com as irregularidades consolidadas e de difícil desmaquilhagem. Muitos profissionais esquerdistas boicotando.

Finalizando, Rodrigo Pacheco é um indivíduo covarde e espertalhão, oportunista para ocupar a Presidência do Senado. Quanto ao Artur Lira, Presidente da Câmara dos deputados, que fez um discurso, que parece solucionar o voto eletrônico auditável, ao transferir para seus pares a responsabilidade do voto no plenário, deixou uma velada ameaça a Bolsonaro, dizendo que estará com o dedo no botão amarelo (parece indicar que pode mudar o dedo para o vermelho). Mas será que ele teria coragem de apertar o botão vermelho em desfavor da vontade do povo? Está claro que Rodrigo Pacheco e Artur Lira, pelas suas entrevistas, são contra agregar a impressora das urnas eletrônicas para maior transparência. 

Estão dando um tiro de canhão num mosquito, por mera vaidade pessoal ou por um motivo secreto, que poderá ser de proporções imprevisíveis.

Que Deus proteja os homens e mulheres de boa vontade que querem liberdade, família, pátria e suas tradições religiosas. 


 
Todos os Direitos Reservados - Notícias do Renan © 2017
Desenvolvido por: Renan Lenzi.