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Coluna - Luiz Fernando Alfredo


 Perigo iminente

Não vamos citar os sofistas gregos, a República de Platão, Carl Max, Frederich Engels que trataram de classes sociais e também não citaremos jean Jaques Ruseaux, filósofo iluminista e outros que pensaram a formatação das sociedades, capitalismo, comunismo e socialismo.
Vamos tentar por conta própria, definirmos esta situação de capitalismo, direita conservadora, e esquerda, comunismo-socialismo, que são a mesma coisa, só diferenciam cronologicamente, pois o socialismo é um comunismo mais contemporâneo.

Nossa definição para comunismo-socialismo, é uma sociedade em que aqueles que têm bens, o controle da produção, por mérito próprio ou herdado, são considerados burgueses exploradores, marginalizados  e até odiados por seus trabalhadores que precisam deles para se sustentarem, mas ao mesmo tempo desejam, que seus  empregadores, vão à falência ou morram num final de semana de acidente de carro, que eles acham que ajudaram o capitalista a comprar, portanto é dele também, tudo isto administrado por um partido único blindado por uma grande força militar, que se apropria de um sistema institucional violento, confisca o patrimônio e a produção de todos, tornando os produtores, o proletariado e demais profissionais, verdadeiros reféns, sem liberdade, pobres igualitariamente, enquanto o governo fica com todo dinheiro, o direito de matar, comendo caviar e distribuindo farelo para o resto do povo, cuja a única opinião possível para a massa é concordar com os governantes ou ser morta.

Na verdade é um regime tão ultrapassado, corrupto, que ignora o bem estar do povo, mais parece uma arvore frutífera bem carregada cujas frutas são derrubadas ou apodrecem e caem com o tempo, enquanto seus arrependidos seguidores aguardam o desfecho que almejam. Pobres coitados!

A propósito, achamos que nossa  fraca democracia  tem uma linha tênue que a separa do regime socialista, afinal a esquerda radical teve quatorze anos para preparar os nossos jovens da geração específica, parte dos servidores públicos, a mídia amestrada, intelectuais, criando uma máquina pública acostumada com o jogo corrupto do poder, bem próprio dos comunistas e atualmente após às mudanças de rumos está cada vez mais difícil manter o estado democrático de direito, exatamente em função da maioria dos protagonistas do poder, não terem compromissos com a liberdade, a probidade e o patriotismo. 

Achamos que chegou a hora dos parlamentares levantarem a bandeira de suas responsabilidades e tomarem providências para que o Brasil saia de perto do perigo iminente do comunismo financiado pelo capital externo, afinal o Congresso pode e deve mostrar que estamos no caminho errado, antes que o Executivo, com toda a razão aja com o apoio do povo e de um poder moderador, se ainda prevalecer aquela máxima tão propalada nos discursos: “O poder emana do povo”. Não é mesmo senhores Oficiais Generais?

Que Deus nos ajude a sair desta situação nefasta e perigosa, pois a   maioria do nosso povo não tem vocação para socialismo e muito menos autoritarismo, está mais que provado, desde de 2013, quando começaram às manifestações nos governos Dilma e Temer!

Está na sua hora Senador Rodrigo Pacheco de virar herói ou vilão! E quanto ao deputado Lira traíra, Presidente da Câmara, assistimos no CL News da capital federal, ele comemorando num restaurante de Brasília, a vitória do arquivamento da PEC do voto, juntinho com os esquerdistas. 

Tem um economista e comunicador, Rodrigo Constantino, que diz que o Bolsonaro têm o dedo podre para escolher seus apoiadores, vejam, Rodrigo Maia, Alcolumbre, Lira, Pacheco, Mandetta e outros; não concordamos muito, pois o que falta são apoiadores que não são podres.


 
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