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Coluna - Luiz Fernando Alfredo


 Voto não. Voto sim.

Perdemos tempo e tivemos que apelar por um comprimido para náusea, ao assistirmos a sessão do congresso ontem, quando da votação da PEC do voto eletrônico auditável.

VOTO ELETRÕNICO AUDITÁVEL: MANUTENÇÃO DAS URNAS ELETRÔNICAS PARA OS ELEITORES VOTAREM DO MESMO JEITO QUE VOTARAM NAS ÚLTIMAS ELEIÇÕES, COM UMA ÚNICA DIFERENÇA, ELES VERIAM EM QUEM VOTARAM NO VISOR DA URNA, QUE TERIA UMA IMPRESSORA AO LADO, A QUAL EMITIRIA AUTOMATICAMENTE UM COMPROVANTE IMPRESSO, QUE O ELEITOR IRIA CONFERIR COM OS OLHOS, SE ESTAVA CERTO SEU VOTO, E DEPOIS CONFIRMAR, DAÍ O SEU VOTO FICARIA GRAVADO NA URNA E GUARDADO NA CAIXA DA IMPRESSORA SECRETAMENTE. PRONTO, NÃO DEMORARIA NEM 10 SEGUNDOS A MAIS, E O VOTO ESTARIA SEGURO E AUDITÁVEL.

Quanto sarcasmo dos deputados que votaram contra a PEC, cuja matéria, se aprovada, só iria dar mais segurança ao processo democrático. A votação deveria ser a favor do Brasil e da paz do povo, pois de uma vez só, acabaria a celeuma, extirpando qualquer desconfiança.
Entendemos que naquele local, chamado de Casa do Povo, o que menos tem vez é, exatamente o povo, pois os representantes deste povo, pensam primeiro neles próprios, depois vem o povo, só a cada quatro anos, período em que os eleitores (povo) são assediados e enganados (com exceções).

É lógico, no legislativo, costumeiramente não há unanimidade, no entanto a votação de ontem, excetuando os analfabetos funcionais, os de rabos presos, os contras só pelo prazer de serem, ficou demonstrada que aquilo tudo foi armado como previmos.

Rodrigo Pacheco, Presidente do Senado, falando do seu ceticismo quanto a aprovação, escorregando da responsabilidade e Artur Lira, também contra, queria ficar livre para mostrar ao Brasil o quão democrático é, e marcou a votação exatamente coincidindo com o dia da demonstração dos equipamentos das Forças Armadas, e isto para ajudar a provocar mais uma queimadura no governo, injustamente. Por outro lado não deram tempo para que houvesse mais conversações e alinhamentos, ainda mais que era uma matéria simples e de altíssimo valor para democracia.

Foi uma vergonha, tantas mentiras e desculpas esfarrapadas dos parlamentares e a imprensa maldita, contra o país. Voltaram a ofender duramente o governo, que pode ter seus defeitos, mas indubitavelmente é o que de melhor está fazendo as coisas acontecerem, bem mais corretas, econômicas, com reformas necessárias, muitas obras, sem CORRUPÇÃO E NEM DOACÃO PARA PAISES COMUNISTAS, e ainda é o quarto país dos 195 existentes, que melhor cuidou da pandemia – vacinação e apoio financeiro. E isto, ainda tendo que limpar toda sujeira e mau costume dos governos anteriores. 

Lamentavelmente tudo que Bolsonaro, eleito legitimamente, está fazendo tentam desconstruí-lo, a qualquer custo, e contra a vontade do povo, pois é nítido que a maioria dos brasileiros abraçaram DEUS, PÁTRIA E FAMÍLIA E NÃO A CORRUPCÃO, então vamos deixar o governo deslanchar, todos ganharão.

O Brasil ainda tem jeito, e o melhor meio de muda-lo é através das urnas em 2022, democraticamente através do voto. Vamos marcar as maçãs podres e separa-las no próximo ano, com a ajuda de DEUS.

Eles não terão candidatos para rebater, e propor algo melhor do que este governo está fazendo. As mídias sociais e a perspicácia dos eleitores mostrarão a verdade.
A campanha de Bolsonaro foi polêmica, e como já dissemos, inacreditável a sua vitória, ele está de acordo com a Constituição, portanto deixamos uma indagação. 

Considerando os três poderes da república, a imprensa militante, os esquerdopatas e até o Vice Presidente Mourão, quem atacou quem primeiro? Toda ação corresponde a uma reação, de igual intensidade e que atua em sentido oposto (terceira lei Newton, pai da física).


 
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