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Mandetta sobre educação na pandemia: 'É preciso quitar a dívida'



O ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, criticou, durante debate dos pré-candidatos à Presidência, realizado nesta quinta-feira (12/8), as ações educacionais durante a pandemia de COVID-19.

De acordo com ele, milhares de crianças irão sofrer as consequências da pandemia. Isso porque a maioria dos estudantes ficou mais de 1 ano longe das escolas no Brasil.

“Temos um ensino fundamental em que crianças chegam ao terceiro ano não alfabetizadas, depois atravessamos o fundamental com uma perda de evasão escolar ainda no ensino fundamental incompleto”, disse. “Ou enfrentamos um ciclo completo, uma decisão política absoluta do presidente no primeiro dia de mandato na educação, ou a gente não quita a dívida que está aí”, afirmou.

Mandetta também criticou o que ele chamou de “pano de fundo da corrupção” do governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

De acordo com ele, o governo optou entregar para o Congresso Nacional a decisão do Orçamento federal. "Precisou a imprensa livre, que é um farol de combate à corrupção, mostrar além de tudo um orçamento secreto em que a negociação se dá a bel prazer da precificação", disse Mandetta. 

O debate 

O debate é feito pelo "Estadão" e reúne o ex-governador do Ceará e ex-ministro Ciro Gomes (PDT), o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), e o ex-ministro da Saúde e ex-deputado federal Luiz Henrique Mandetta (DEM). O bate-papo será dividido em quatro blocos.

Os participantes vão responder a questões de jornalistas do "Estadão", além de fazer perguntas entre si. A mediação é do cientista político Luiz Felipe d’Avila, presidente do CLP. O foco das discussões está na melhoria dos serviços públicos prestados pelos governos.

Estado de Minas

 
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