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Coluna - Luiz Fernando Alfredo


 Será que o ideal superará o desespero?

No nosso último texto, tentando esclarecer porque deveríamos manifestar no dia sete de setembro a favor da nossa democracia plena cujas bases são a vontade do povo e sua liberdade; o fizemos demonstrando que a eleição para Presidente em de 2018, foi quase um “aborto da natureza” porque elegeram um ideal, cujo protagonista foi por acaso Bolsonaro, um parlamentar com vários mandatos, que talvez só fosse mais conhecido no Rio de Janeiro, pois nós nunca tínhamos ouvido falar dele.

Bolsonaro, indivíduo de personalidade marcante, autêntico, de humor ácido, católico e com “cheiro de povão”, simples e simplório, tanto que embora pertencente aos escalões inferiores da Câmara Federal, talvez por suas ideias não coadunar com o “modus operandi” do sistema, no entanto fora eleito durante trinta anos consecutivos, bom de voto por conta do seu trabalho com o eleitor talvez, mas, como a maioria dos seus pares, não aparecia, ficavam escondidos atrás dos parlamentares mais antigos e com forças tradicionais em seus estados, os mesmos que estão sempre na mídia por mérito ou por esperteza.

Estamos reiterando nossos argumentos, porque um amigo, brincou, chamando-nos de Bolsonarista. Respondemos a ele, que não somos, pois qualquer um com capacidade de empatia, poderia ter ganhado aquelas eleições de 2018, desde que, com o mesmo ideal indo ao encontro do que queriam os brasileiros conservadores já cansados de políticos estelionatários, os quais são maioria no país. No entanto, nós achávamos, quase utopia suas propostas, pois seriam impossíveis vencer o sistema viciado, fisiológico e corrompido, implantado nos últimos anos, ainda mais com o sistema econômico à beira do caos, dívidas e necessidades das reformas para equilibrarem as contas públicas.

Quaisquer patriotas conservadores, mesmo não gostando de Bolsonaro, ou caso seja outro qualquer que apareça em 2022, exceto esquerdistas, sabem que os ideais conservadores e democráticos combinam mais com o “modus vivendi” dos brasileiros, que não tem tendências ao absolutismo, todos querem liberdade, pátria, família, não ao aborto e outros absurdos incompatíveis com suas crenças.

Só vemos algumas alternativas pacíficas, cobrarmos do congresso quanto às suas atribuições e deveres patrióticos, deixarem o executivo governar, acabarem com as perseguições seletivas e aguardarem às próximas eleições, pois do contrário; esperamos que não - mas nosso futuro pode não ser bom para ninguém, afinal a ideologia não deveria distinguir os laços dos brasileiros. Contudo, infelizmente, não vemos mais alternativas de consenso, pois a ruptura já ocorreu e Bolsonaro não poderá acreditar mais em Rodrigo Pacheco, Artur Lira e nos seus desafetos do STF e STE, portanto se a situação não tiver um desfecho bom de imediato, o povo não se mobilizará mais e a economia irá para brejo de vez.

Esqueçamos quem é o Presidente hoje e vamos imaginar outro!  Com certeza seria perseguido pelas mesmas coisas, com esta “guerrinha” de narrativas, seria do mesmo jeito, pois o desespero daqueles que estão com abstinência de corrupção, vantagem espúrias, vida fácil no serviço público, os antigos sócios majoritários do Brasil (empresários da Lava jato), os esquerdistas fora do poder, e até os bancos através da FEBRABAN, estão com crise de abstinência, outros já estão morrendo por inanição. É bem sugestivo banqueiros quererem a volta da esquerda, não temos dados precisos, mas podemos imaginar o quanto eles estão sofrendo com redução de seus lucros a partir de 2019. Coitadinhos né? Tão pobres, que só têm dinheiro!

E pior que os contrários ameaçam, inventam, distorcem, mentem, odeiam, fazem rezas bravas, cometem injustiças, atribuem culpas indevidas, buscam “pelos em ovos”, esbravejam, humilham mulheres e pobres coitados e por sorte do país, não adianta muito, os patriotas aumentam cada vez mais. Deus na frente! 

A propósito, mudando nossa fala para o nosso município, estamos intrigados com o Vereador Reginaldo Tristão, por sinal uma das pessoas mais educadas que já convivemos, portanto sentimos muito critica-lo, mesmo como jornalista, ainda que seja construtivamente e a bem da cidade, o senhor não perdeu a temperatura, parece continuar morno, nas votações na casa legislativa, está sempre abstendo de votar ou em “cima do muro” nas opiniões, e ainda mais como membro da Comissão de justiça.

Já temos um Vereador que não deveria ter sido reeleito, porque o sujeito é oco; agora com o senhor, quase sempre se abstendo, ficamos com menos dois, sobrando só 13, um número muito perigoso para o futuro do país.


 
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