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Coluna - Luiz Fernando Alfredo

 Será que valeram às imagens de sete setembro?

Para malfadada mídia tradicional que exala podridão, para os inimigos declarados do Brasil, temos certeza que, às imagens e atitudes do dia da independência jamais foram vistas, tanto pelo comportamento pacífico dos manifestantes, quanto pela quantidade de pessoas de todos os níveis e faixa etárias da sociedade, que sente tolhida e ameaçada na sua liberdade.

Não temos a certeza ainda se os discursos, às ameaças do dia sete, não se materializaram na sequência dos acontecimentos, por conta do bom senso dos nossos governantes, a clara demonstração de que o Presidente não quer golpe, que o momento seria muito arriscado ou se, por uma desconfiança que já manifestamos, às forças armadas não têm disposições para tal sacrifício, e ainda elas obedecem mais o Mourão do que Bolsonaro, que até hoje demonstram, que não tomam água no mesmo cantil na caserna.

Não sabemos se a bandeira branca partiu do Presidente, dos demais poderes da república ou da força argumentativa das pessoas de bom senso, conforme já citamos em textos anteriores os prós e contras de uma decisão mais drástica ou até mesmo violenta, o que foi importante para todos o não rompimento abrupto.

Bem, isto tudo talvez saberemos após o discurso de Bolsonaro na ONU, pois lá ele poderá expor todas as suas medidas que vão ao encontro de uma democracia nos moldes do conservadorismo, que a maioria dos brasileiros querem e se manifestaram por isto.

Temos certeza que Bolsonaro mostrará ao mundo o que é o Brasil hoje, livre de corrupções sistemáticas, malversação do dinheiro público, pois com todos argumentos que o governo tem, caso não logre o êxito necessário, massacrando às nocivas narrativas dos contras, é sinal que existe uma forte conspiração contra o nosso país, de âmbito internacional, com apoio de brasileiros que pensam a curto prazo, tipo, dane-se o porvir.

Dos ataques diários ininterruptos feitos a Bolsonaro diariamente, o povo de bem já constatou que Bolsonaro está cumprindo suas promessas de campanha, exceto quando o congresso ou STF derrubam, já provou que ele comprou  vacinas logo que elas começaram a ser fabricadas, deixou bem transparente o tanto de recursos enviado para o Brasil inteiro enfrentar a pandemia, não há prevaricação com o meio ambiente, não cometeu nenhuma corrupção, terminou centenas de obras paradas, está em pleno  desenvolvimento do modal ferroviário do país de norte a sul, a maioria de  seus assessores são técnicos, salvou a economia informal e formal brasileira com ajuda financeira e subsídios, é capaz de mobilizar um população significativa e outras situações positivas, significam então que até sete setembro, que o Presidente não se corrompeu então, ele  não é genocida, não é fascista e nem golpista, acredita em Deus, pátria e família daí, perguntamos: Que Presidente que a esquerda e a imprensa malvada quer no estilo “me dá o poder, pois ele é nosso”?

Lula, provavelmente não será nem candidato, não há confiança numa terceira via agregadora, pois tem muitos imbecis e figurinhas carimbadas de mazelas e má intenção, então são contraproducentes estes ataques infundados em detrimento das carências do país.

A propósito, não devemos furtar ao nosso dever de criticar e nos envergonharmos, da maioria dos políticos que representam Minas Gerais hoje, citando alguns com indícios de atitudes não republicanas como, Aécio Neves, Anastásia, Rodrigo Pacheco, este, cujos votos dos mineiros foram descarregados nele, para derrubar Dilma, contudo pelos seus feitos, era preferível a pândega circence Dilma Rousseff; riríamos da ignorância e palhaçadas literais dela, e não choraríamos a covardia de Pacheco. Um sujeito culto, tamanho gigante, provavelmente rico, imponente, voz de locutor, traindo a nossa pátria em rede nacional. Caramba! Tantas asas para voar alto e prefere revelar sua pusilanimidade para não sair do poleiro.

Minas Gerais, “quem te conhece não esquece jamais”, ainda bem que o governador Romeu Zema, está resgatando seus valores, vamos aguardar os próximos políticos de 2022, imaginem como estão tristes homens do passado como Tancredo Neves, Juscelino Kubitschek, Francelino, Milton Campos, Aureliano Chaves, Itamar Franco o injustiçado Eduardo Azeredo e outros grandes mineiros, como o maior deles “Tiradentes”, que morreu pela liberdade.

Muitos acreditam que tudo é relativo no mundo, depende de nossas tendências, educação, cultura, geografia, clima, tradição e outras variáveis de natureza quase infinita.

Não concordamos com relativismos, livre totalmente de eufemismos, pois temos muitas convicções, que há muitas verdades absolutas, do contrário não estaríamos neste mundo, competindo em busca da sobrevivência, fazendo mais do mesmo apenas – nada teria razão – seria tudo ilusão e muita frustração.

Temos muitos motivos para acreditarmos no caminho, na verdade   e na vida.

Que Deus nos ajude!



 
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