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Coluna - Luiz Fernando Alfredo

 O Brasil parece mais pacificado após sete de setembro

Com o pronunciamento do Presidente Bolsonaro, dando um passo atrás após sete de setembro ou melhor hasteando bandeira branca, quando alguns esperavam medidas extremas para livrar o Brasil das decisões não republicanas de alguns Ministros do STF e da inoperância do Congresso Nacional, que não estava e ainda não está, representando o povo devidamente, pois seus titulares e parte dos seus parlamentares não deram importância às manifestações do dia da independência, onde uns queriam ver o impedimento de autoridades, prisões, greves e ficaram decepcionados com a atitude acertada do Executivo.

Já aventamos em textos anteriores os prós e contras, onde parece que o bom senso imperou-se, para se evitar um mal maior.

Bolsonaro empolgou-se com a multidão e exagerou nas promessas, mas hoje achamos que felizmente, a carta assinada por ele demonstrou responsabilidade de estadista ao evitar uma desestabilização terrível num momento conturbado mundialmente.

Se bem que na realidade, Bolsonaro não convocou a população, apenas concordou com iniciativa do povo para mostrar força, o que surtiu efeito, pelo menos psicológico, naqueles que necessitam de votos. Por outro lado, figuras como o cantor Sergio Reis aproveitou da fama que têm, e pregou uma valentia, a qual ela não reunia coragem para tal e esta atitude ajudou a inflamar àqueles que estavam mais indignados especialmente caminhoneiros, que sabem da força que têm.

Talvez só a história nos dirá, mas Bolsonaro não teve o apoio necessário das forças armadas que, se não foi por pura acomodação, no mínimo guardaram suas energias para quando houver um embate maior, inclusive de estado defesa externa, o que estamos sujeito, pois o planeta está instável por conta da pandemia, economia, fome e extremistas religiosos.

Seu discurso na ONU, embora criticado pela velha imprensa e contrários, indevidamente, calou o mundo, especialmente o ativismo de ONGs internacionais que inflama seus governos com interesses próprios escusos em detrimento da Amazônia e os índios.

Mas estamos em estado de alerta, pois do Senado ainda não saiu nenhuma medida que possa deixar o povo mais confiante e a entrevista de Bolsonaro à revista Veja, pertencente ou parceira de antagonistas desonestos, que desconstrói um governo cujo povo apoia em massa, devido as tradições brasileiras e o inconformismo com as roubalheiras passadas, nos surpreendeu. Alguma coisa eles estão querendo que não fará bem para o Brasil e o governo atual.

O clima de ódio atual é intenso demais e esta energia é como gasolina perto de fósforo, ainda mais que até agora nada que imputaram ao Bolsonaro colou, pelo contrário, ele acertou muitas vezes, só não admitem. Bolsonaro tem quase trinta anos como deputado, embora ele não tivesse êxito com suas ideias quase utópicas, ele conhece tudo do parlamento.

Cuidado com as conspirações senhores conservadores, os esquerdistas são solertes, plagiando o adjetivo usado pela Dilma Rousseff, para caracterizar o vírus da pandemia.

Será que o Brasil está pacificado, no que tange aos poderes se manterem dentro dos seus quadrados?

Que Deus abençoe o nosso Brasil!


 
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