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Coluna - Luiz Fernando Alfredo


 Por que parou, parou porque

Na década de 80, uma canção de Carlos Mendes, intitulada “Por que parou, parou porque” fez sucesso, daí lembramos de dois versos e uma estrofe que dizem:

Por que parou? - Parou porque?

Parei porque vi violência - Parei porque vi confusão – Se a gente tomar providência – Desarma a polícia e o ladrão

Com certeza, parte desta canção retrata fidedignamente os acontecimentos da semana da independência, porquê. O Brasil após 1964, livrou-se do comunismo, graças ao povo que rebelou-se e às Forças Armadas que usaram seus poderes para garantirem a lei e a ordem no país, governando-o por duas décadas.

O Presidente da República de nossa democracia “meia boca” tem a prerrogativa constitucional de fazer uma intervenção militar para garantia das leis e da ordem, quando há uma grave crise institucional interna no país, cujas consequências estejam prejudicando o povo no que tange ao seu direito democrático oriundo  do primeiro artigo e parágrafo único, “O poder emana do povo”, da nossa Carta Mágna - extensa, confusa e com tantos direitos e poucos deveres dos mandatários - cujo poderoso povo paga as contas exacerbadas e indecentes dos privilegiados políticos brasileiros.

É evidente que o protagonismo do STF, literalmente tomou posse da Constituição Brasileira, fazendo dela um instrumento corporativo próprio dos seus integrantes, que deveriam apenas ser os guardiães de todos os seus artigos, julgando dúvidas e controvérsias e vigiando o ordenamento jurídico do Legislativo e Executivo, cujas mudanças são impostas pela evolução dos tempos, quanto aos conceitos internos e universais de bem estar, liberdade, bases econômicas e respeito à soberania.

Há algum tempo que a ruptura do Executivo e Supremo Tribunal Federal vem, dia a dia, acontecendo pelos motivos citados acima, pela omissão do congresso, pela coragem e idealismo do Presidente politicamente incorreto diante das atuais hipocrisias mundanas (quase todos querem intimamente direitos ofertados pelo estado, reconhecimento sem censuras, direitos libertinos, exceto cumprir seus deveres, no entanto, em público, mentem para granjear simpatias) – Coisas que não combinam com o conservadorismo.

Havia muitas expectativas nos corações dos brasileiros, intimas ou expressas que, foram manifestadas no dia sete de setembro, esperando ações rápidas e mudanças bruscas, nem tanto pela razão, mas pelas emoções e indignações de todos, que sofrem com a desarmonia e safadezas dos poderes em todas as esferas de governo, aliados a pandemia, a herança maldita da esquerda em termos de dívidas, gastos exagerados, roubalheira, perigo do comunismo à espreita, enfim todas as dificuldades que estamos vivendo cuja imprensa atribui indevidamente ao atual governo (inflação, crise de energia e desemprego, exceto alguns fiéis escudeiros do Presidente, que ainda são maioria, boa parte ficou frustrada, por parecer um arrego do governo. 

Por que parou? Parou porque? 
Tentaremos explicar os porquês dos prós e contras:
Prós:

- as ideias de Bolsonaro para mudarmos o país ou pelo menos para acordarem os brasileiros, para os riscos das tendências à moda Venezuelana, incutiram nos brasileiros um espírito de patriotismo jamais visto no país, a não ser quando as seleções brasileiras ganharam as cinco copas do mundo;

- as ideias utópicas de Bolsonaro continuam quase inexequíveis, pois mudar tantos vícios e impropriedades de natureza ética, num mandato turbulento, só com o apoio do povo, em apenas quatro anos é impossível;

- é necessário uma nova constituinte, enxuta, mais perenal, com artigos que não demandem esforços tendenciosos e prolixos de endeusados exegetas; 

- que Bolsonaro é corajoso, inteligente, persistente, trabalhador e honesto ninguém discute, e que suas propostas de governo, que o levou à vitória contra tudo e todos, sofrendo até tentativa de assassinato é inquestionável, também ninguém duvida. 

- que a nota feita aos brasileiros por Bolsonaro, com a ajuda do eis Presidente Temer, pedindo a reconciliação, por ser um estadista estrategista, nós não acreditamos, na verdade ele sentiu os efeitos maléficos de que uma atitude mais drástica iria com certeza, piorar a economia,  criar tumultos, proporcionar violências, porque ele demonstra importar com o povo brasileiro e ter uma conexão natural com os seus admiradores. 

- que a história dividirá o Brasil em dois períodos, ou seja antes e depois de Bolsonaro é líquido e certo, só não acontecerá se em 2023 assumir o Brasil um socialista de carteirinha e se vender de vez para China, o que não acreditamos, porque no preâmbulo da Constituição Federal diz que ela foi promulgada sob a proteção de Deus e num país com noventa por cento de cristãos, é impossível de acontecer tal catástrofe.

- bem, de todos os males, se assim considerarmos, Bolsonaro é o menos pior para a nossa pátria, onde têm bastante ante patriotas deitados em berços esplêndidos e desprovidos de capacidade, campanando o tesouro trancado pelas atitudes do Presidente.
Contras:

- a esquerda é barulhenta e violenta, portanto o risco seria imprevisível;

- não temos para 2022 uma terceira via e o futuro a Deus pertence;

- a comunidade internacional, sugestionada pela mídia contrária infernal, que ainda não tem conhecimento do que acontece com os confrontos com a nossa constituição e atos ante democráticos, poderia boicotar nossos negócios;

- a imprensa e os esquerdistas que torcem pelo caos, aguardavam medidas fortes, pois seria a consolidação mentirosa de que Bolsonaro é golpista, foram malogradas;

- a maioria de nossos congressistas são desonestos e omissos, e querem a cabeça de Bolsonaro, custe o que custar, e teria motivos para inferniza-lo mais;

- grande parte de nossos governadores e prefeitos, sem motivos justificáveis a não ser ideologia e supostos desvios dos recursos da pandemia, voltaram-se contra o governo de Bolsonaro;

- muitos interesses internacionais tentando enfraquecer o agro brasileiro.

- e o mais importante de todos, achamos que nossos Oficiais Generais, são cultos, moderninhos, pacíficos, polidos e não dão o aval incondicional para Bolsonaro, pelo que parece, eles não esquecem, que desde 1.964 foram malhados por esquerdistas e que se sucumbiram aos arroubos da esquerda quietos durante mais de trinta anos, tudo para manter uma imagem de boa convivência e simpática para toda sociedade e seus “Patrões” do Poder executivo. Cheios de pompa, hinos com versos de heroísmo, bravura, mesuras querem estar de bem com todos, pelo menos por enquanto, eles fazem notas de desagravos com elegância aos desrespeitosos acusadores da esquerda e instituições petistas.

Concluindo, temos certeza que com o caráter, falta de ética e o cipoal de quase duzentos mil leis existentes no país e a maioria dos nossos políticos de péssima qualidade, se houve consenso nos bastidores de Brasília neste momento,  esperamos que deixem Bolsonaro governar, o Brasil precisa das reformas para retomar sua economia. Bem, a bola agora está nas mãos do Pacheco, Artur Lira e Fux, afinal crimes de responsabilidade não são só para Bolsonaro.

Muito difícil, mas não devemos perder nossas esperanças e fé, pois na hora certa, poderemos defender o Brasil com certeza. Povo unido jamais será vencido! 

Fiquem com Deus!


 
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