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Minas pode perder 1,9 mil leitos de UTI já no ano que vem



O secretário de Saúde de Minas Gerais, Fábio Baccheretti, irá a Brasília nesta quarta-feira (29) apelar ao Ministério da Saúde para que não descredencie os 2 mil leitos de UTI criados no Estado durante a pandemia. 

O governo federal tem dado demonstrações de que não pretende manter os leitos. Eles são credenciados e, por consequência, financiados pelo Ministério da Saúde. A interlocutores, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, tem dito que não possui orçamento para atender à demanda dos Estados. Não adiantou nem o pedido feito pelo Conselho Nacional de Saúde (Conas), que agrega secretários estaduais. O governador Romeu Zema (Novo) tem sido um aliado do presidente Jair Bolsonaro, porém, o pleito não foi atendido anteriormente. A tentativa de amanhã deve ser a derradeira. O Ministério pretende manter apenas 100 dos 2 mil leitos em Minas. 

Antes da pandemia começar, em 2019, o déficit de leitos de UTI em Minas  era de 860. É esse o número mínimo que o governo de Minas deseja manter.

O Tempo


 
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