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Transportadores de combustível encerram a greve

 


A paralisação dos transportadores de combustível, iniciada na última terça-feira, 7, chegou ao fim na quarta-feira (8), após 24 horas. A greve durou cerca de 24 horas e tinha como principal pauta a redução do ICMS, imposto que incide sobre o preço dos combustíveis.

Minas Gerais tem aproximadamente 3.000 transportadores de combustível, mas não há informação sobre quantos deles aderiram à paralisação.

Em Varginha houve uma carreata com percorreu as ruas da cidade no feriado de 7 de setembro.


Paralisação

A paralisação da categoria retomou a antiga pauta que solicita ao governo estadual uma redução no percentual de ICMS recolhido do litro do diesel.

“Hoje, temos um ICMS que incide sobre os preços dos combustíveis. O óleo diesel, por exemplo, é um dos mais caros do país. Da região Sudeste, Minas tem o ICMS mais caro”, avaliou Gomes.

O governo de Minas, que acompanhou a paralisação, afirmou que as alíquotas do ICMS dos combustíveis no Estado não passaram por alterações recentemente – a gasolina subiu de 29% para 31% em janeiro de 2018, o etanol de 14% para 16% em janeiro de 2018, enquanto o diesel, de 12% para 15% em janeiro de 2012.

“É importante deixar claro que os últimos reajustes nos valores dos combustíveis não se devem ao ICMS cobrado pelo Estado, mas sim à política de preços adotada pela Petrobras”, afirmou o governo de Minas.


 
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