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Coluna - Luiz Fernando Alfredo


 Comparação desleal, Alemanha versus Brasil

Resolvemos fazer um artigo comparando a Alemanha e o Brasil. Escolhemos aquele país porque, por quase duas décadas, foi governado por uma mulher, Ângela Dorothea Merkel do partido Centro de direita – União democrática, com seus 67 anos de idade, está se despedindo do mandato, em função de seu partido não ter feito maioria no Congresso, nas últimas eleições.

A Alemanha é uma democracia constitucional Federal parlamentarista, seu Chanceler ou Primeiro Ministro é eleito pelos parlamentares cujo partido obteve maioria dos votos do povo. Seu Presidente é eleito indiretamente também pelos deputados federais e delegados estaduais, contudo ele é desprovido de qualquer poder político, cumprindo meramente cerimoniais.

Em que pese, a Alemanha ser marcada por duas manchas indeléveis, que são os dois conflitos mundiais (primeira e segunda guerra), é um país que merece o reconhecimento de todos, no que tange ao dinamismo e educação do seu povo instruído e ético, geograficamente ela faz parte da mesma região de países extremamente civilizados e de PIBs altíssimos.

Um país vinte e três vezes menor que o Brasil, porém é a quarta economia do mundo, produziu uma quantidade enorme de mentes brilhantes, cujos protagonistas são responsáveis por uma infinidade de conceitos e inventos tecnológicos. País oriundo do sacro império romano desde o século V da nossa era.

Brasil - o governo Bolsonaro fez todos brasileiros conhece-lo, pois ele mostrou suas grandes e diversificadas riquezas e potencialidades, todavia trouxe à tona também, desde sua campanha e gestão de mil dias, as verdades que envergonham os brasileiros desta geração, que durante trinta anos aceitaram passivamente, todas às mazelas enterradas pela maioria dos políticos e mídia mercenária sob os auspícios da impunidade, pois nós nunca cobramos do governo resultados de suas gestões. E Bolsonaro fez tudo isto sozinho.

Se nossos políticos tivessem no mínimo a ética e o senso de patriotismo dos alemães, o Brasil poderia ser governado por uma só pessoa que fosse capaz, por um ou vários mandatos como na Alemanha, pois lá quem manda é o povo, que se faz representar pelos parlamentares eleitos por ele, e pelo que sabemos, mesmos os contrários ao governo não torcem contra o país, como aqui no Brasil. Lá troca-se o governante se estiver mal ou se corromper, com facilidade, pelo o honrado congresso, visando interesses coletivos.

Sabemos que a Alemanha tem cultura milenar e está no seio da civilização que deu o norte intelectual para o mundo inteiro, não é como o Brasil, que está numa esquina do hemisfério sul, com pequena parte no hemisfério norte, é a décima terceira economia e o quinto país maior do mundo, só que com uma diferença, ele não progrediu na indústria e tecnologia, vende suas matérias prima para vários países e compra dos mesmos, produtos manufaturados por um valor maior, haja vista que a Alemanha não planta café e é uma das grandes exportadoras de café no mundo. É, desde o início de sua colonização portuguesa, nosso país manda seus quintos para os quintos. 

E a desculpa não pode ser pelos seus quinhentos anos de descobrimento, pois o Canadá e os Estados Unidos têm mais ou menos a mesma idade e, no entanto não podemos compararmos com eles, pois seria deslealdade também.

Será que Cabral e os tripulantes dos seus barcos atracaram aqui e todos desembarcaram com o pé esquerdo? Caramba não justifica o Brasil ser nos livros e na cantilena, o país do futuro desde à sua proclamação da república e continuarmos atrasado e corrompido. Temos que começar a eliminarmos os canalhas através das urnas eleitorais.

Se bem que, vermos o maior ladrão do mundo elegível, seus comparsas soltos, e a maioria dos políticos brasileiros, contra o Brasil, por causa dos métodos, até agora assertivos de Bolsonaro, gerindo o país com seus ministros e demais assessores técnicos e competentes, não é difícil verificarmos porque fizemos uma comparação desleal e onde está errado.

E o grande agravante é a maioria de nossas cabeças pensantes e intelectuais brasileiros ficarem omissos, não sabemos se por indiferença, preguiça, covardia ou aguardando vantagens no futuro.

Vamos imaginar que, pois é público e notório que aqueles patriotas das manifestações esperavam mais, não ficaram satisfeitos, portanto, não suportem mais, e percam o senso comum, provocando atos conforme a especialidade da esquerda, o que aconteceria? Será que haveriam interferência da polícia? Provavelmente! E se a coisa perdesse o controle, o Presidente da República, chamaria às Forças Armadas para restabelecer a ordem? De que lado elas ficariam? 

Nunca vimos e talvez a história registrará, um Presidente legitimamente eleito, diplomado e empossado lutar com as mãos limpas a favor de um país mais forte e sem corrupção, pedindo liberdade para o povo que ele comanda, auxílios financeiros, família e mais Deus, contra tudo e todos que ousam falar em estado democrático de direito, sem pratica-lo. Seria isto desespero, apagão mental ou o apogeu do cinismo?

Deus queira que isto não venha a acontecer nunca, contudo o princípio das probabilidades não é exato, ainda mais quando se mistura o que acontece de repugnante no Brasil com a pandemia, inflação e fome. Não seria melhor atenderem o que o povo quer para afastar quaisquer atitudes impensadas?

A propósito, os sete da CPI do circo não conseguem ficar nem vermelhos, hein? Estamos curiosos quanto aos produtos que eles usam no rosto. Nas lojas Havan, não devemos achar, é provável acharmos nos camarins de algumas redes de televisão e afins.
Deus abençoe todos os brasileiros e coloque juízo na cabeça dos irresponsáveis! 


 
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