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Coluna - Luiz Fernando Alfredo

 Estatísticas, médias e falta de raciocínio

Estatística é a parte da ciência responsável pela coleta de dados, organização, interpretações de dados experimentais e a extrapolação de resultados para amostragem.
Média é o valor obtido entre duas grandezas equidistantes nos seus extremos.
É evidente que estas operações são importantes, mas circunstancialmente elas são passíveis de equívocos, sem às análises das metodologias acessórias que levaram aos resultados.

Economia, desenvolvimento, comparações de resultados positivos entre países soam duvidosas em função da desigualdade de geografia, educação, cultura, idade do país, se foram colonizadores ou colônias quem colonizou (sem demérito por nossos colonizadores portugueses que se destacaram na exploração dos mares e as demais etnias), e extensão territorial, suscetibilidade a recorrentes catástrofes, ordem ideológica, política legal de uma comunidade ou Estado.

Às comparações daqueles cujas informações proferidas publicamente são desprovidas de fundamentos e avaliadas só com os olhos, via de regra, quando elas surgem nos “andares” de cima e pessoas de notória popularidade, dão opiniões prejudiciais para os “andares de baixo”, que não tendo acesso aos dados, reproduzem simplesmente uma narrativa nociva, que desinforma e viram até verdades para quem não se preocupa com conhecimentos de políticas públicas econômicas e sociais.

Felizmente estes eleitores, após 2018 com o senso patriótico que os Brasileiros abraçaram, oriundos daqueles que acordaram e começaram a protestarem contra a velha política, mudando os rumos que, hoje tem uma seriedade jamais vista por nós patriotas conservadores, não importando o protagonista escolhido.

Nas mobilizações havidas, vendo que o executivo optou por nova estratégia, alguns descrentes ficaram abalados e inquietos, talvez elaborando seus conceitos daquilo que inviabilizou nosso Brasil e provavelmente até 2022 estarão mais aplicados e capazes de escolherem melhor os nossos candidatos para o congresso nacional, governadores, Distrito Federal,  assembleias legislativas e Presidente da República com propostas diferentes daquelas enganadoras do passado, jamais escolhendo os menos ruins nos termos da propaganda do Deputado Tiririca: 
“Votem no Tiririca, pois pior não fica”.

Temos que mudar o Brasil de dentro para fora, deixar de copiar outros países e fortalecermos nossa soberania internacional, pois não podemos sucumbir às narrativas dos maus e aos boicotes de países sem moral nenhuma para criticar os nossos números, e não deixar de dar o devido troco.

Às vezes darmos um passo atrás e cedermos, é uma estratégia para demonstrarmos ao máximo que o governo é exatamente diferente e não autoritário, devido aos resultados obtidos na colocação do país que mais cresceu na pandemia, menor preço da gasolina entre noventa importantes países, onde o governo socorreu imediatamente a catástrofe que estava para assolar o Brasil e o mundo, arriscando comprometer seus projetos de campanha, os quais hoje acusam Paulo Guedes por estar aquém da suas promessas de aliviar os encargos do tesouro, esquecendo-se que é exatamente o Congresso, o grande culpado, pois dificultam todas às pautas desde os inexpressivos, Rodrigo Maia e Alcolumbre e muito pior com Rodrigo Pacheco só eleito para descartar o perigo Dilma, e ele demonstrando frieza total, está traindo o Brasil, seus eleitores e pares no Congresso, inclusive o Bolsonaro que o apoiou. A exceção é Lira que está mais comprometido com o país. 

Vejam às variáveis (dados obtidos do Google março 2021, com pequenas desatualizações sem expressões) que muitos não enxergam e por isso desmerecem o trabalho de Paulo Guedes. Os cinco países de maiores extensões territoriais são: Rússia, Canadá, China, Estados Unidos e Brasil.

Os cinco países acima mais o Brasil e Canadá têm estas populações: China 1,41 bilhões; Índia 1,38 bilhões, Estados Unidos 331,5 milhões; Indonésia 272,5 milhões, Paquistão 220 milhões, Brasil 213 milhões e para surpresa de todos Canadá que é o segundo maior país do mundo tem apenas 38 milhões de habitantes.

Os países com as oito maiores economias do mundo (PIBs em trilhões de US$ são arredondando): China 24 - Estados Unidos 20 - Índia 8 -Japão 5 - Alemanha 4,5 - Rússia 4 - Indonésia 3,6 - 1,54 trilhões de dólares. Canadá l,64.

Os oito países cujas rendas “per capta” de seus habitantes são altas, porém de territórios pequenos, PIBs e populações, com exceção dos Estados Unidos vejamos na ordem do primeiro para os demais: Luxemburgo, Suíça, Macau, Noruega, Irlanda, Catar, Islândia e Estados Unidos, o Brasil está em 43º.

E as dez melhores democracias do mundo na ordem do primeiro para os demais são: Noruega, Islândia, Suécia, Nova Zelândia, Dinamarca, Irlanda, Austrália, Finlândia e Suíça e o Brasil ocupa a 49ª. 

Dentro do território do nosso Brasil gigante, ainda torturado, cabem 27 países dos mais expressivos do mundo, portanto é fácil analisarmos o quão incompetentes foram nossos governos até hoje e como fomos omissos em elege-los, pois nos ludibriaram com médias e estatísticas ilusórias, muitas copiadas dos pensadores das ciências econômicas, contudo o que dá certo num país não significa que é a bala de prata para o outro – são tantas variáveis – riquezas concentradíssimas no mundo, guerras forjadas para girarem a economia, manipulação de bolsas de valores, consumismo desenfreado, longevidade da população, manipulação de ofertas, enfim o custo de viver atual é grande demais pois não temos limites em desejar aquilo que não precisamos.

Não plantamos o suficiente para colhermos, gastamos mais que arrecadamos, sempre endividados, indisciplinados, sucumbidos por um estado controlador e dependentes da lei dos mais fortes. Planejamos e balanceamos e sempre sobram às dívidas para o futuro. E a ciranda continua, restando-nos apenas esperanças de dias melhores (...). O ciclo se altera a cada susto imprevisto no meio econômico do planeta e nunca alcançaremos o equilíbrio planejado nem a médio prazo, pois temos os resultados do PIB mundial e não temos os valores corretos de liquidez, daí não sabemos das riquezas incomensuráveis muito bem escondidas.

Um Brasil conservador, organizado, justo é tudo que precisamos pois não temos como continuar por tentativas e acertos, só para remunerarem consultores e marqueteiros com estatísticas e médias. Portanto perguntamos olhando para os currículos de todos os ministros da economia que tivemos desde 1964 até hoje, exceto os reconhecidamente corruptos, quem poderia substituir Paulo Guedes e fazer melhor? E qual a fórmula mágica revolucionária para a situação atual? Se um vírus que trouxe muitas tristezas e crises existenciais, oriundo de um país com um regime comunista forte, precisando a todo custo alimentar seu povo e as vaidades do poder de suas ideologias prevalecendo apenas às conveniências internas, arrebentou a economia mundial enquanto ele cresceu. E a possível crise retardada que a mídia propaga na China, talvez seja para esconder o tanto que ela ganhou com a pandemia, afinal ela tinha tudo que o mundo precisou para enfrentar a covid 19, com preços exorbitantes e tratamentos precoces politizados em função dos lobistas e dos lucros inescrupulosos.

Talvez estejamos minimizando às ideias com termos sofisticados e em inglês dos economistas, mas além de peça de ficção é hipócrita, salvo melhor juízo, e quando comentadas por jornalistas ficam piores ainda, talvez estejamos incluídos nesta casta, mas é a nossa opinião, portanto apresentamos nossas escusas para àqueles que não concordarem.  

Que Deus tenha misericórdia do Mundo e ajuste o intelecto das novas gerações que são produtos daquilo que destruímos por incapacidade disciplinadoras!


 
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