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Coluna - Luiz Fernando Alfredo

 Absurdos de consequências imprevisíveis

Falando apenas dos acontecimentos de sete de setembro para os dias de hoje, culminando com os exageros da CPI, desmonetizações de canais nas plataformas, prisões ditas ilegais mantidas e outras a caminho de acontecerem, fechamentos e ameaças contra às mídias sociais de apoiadores das ideias conservadoras, perseguição implacável em cima do Presidente, seus assessores e apoiadores e agora este julgamento extemporâneo para cassar a chapa Bolsonaro e Mourão, sem provas robustas, estão nos deixando indignados e confusos quanto ao que nos esperam em 2022.

Na verdade achamos que que são muito pequenas as chances de uma sentença de cassação da chapa julgada, até porque se descartarem a tecnalidade, ficarão às imprevisibilidades das reações do povo e pelos mesmos motivos que Bolsonaro deu um passo atrás em oito de setembro (exclusivamente a favor do Brasil), estas autoridades terão a sensatez de não cometerem ativismos políticos.

Neste momento estamos cada vez mais confusos e cheios de expectativas diferentes, embora às pessoas não conseguem imaginar o desfecho, a única certeza é que seus bolsos estão vazios, a inflação prejudicando todos e os combustíveis e desabastecimentos assolando o mundo inteiro.

Está ficando cada vez mais chato comentar fatos do dia a dia cheios de ameaças evasivas; e acreditamos enfadonho para os leitores, ainda mais com uma guerra de maldades que só tem um intuito, derrubar ou pelo menos desgastar o governo.

Será que os apologistas da esquerda vão continuar cinicamente cobrando estado democrático de direito apenas daqueles considerados de direita e os formadores de opiniões só analisando e alguns, para mostrarem isenção, ainda confundem não dando ênfase às suas convicções?

Será que, se não tivessem com ideias pouco republicanas em andamento estariam tão aflitos para derrubarem os conservadores, faltando um ano para as futuras eleições?

Por que será que estão armados de “canhões” de narrativas destruidoras com tanta antecedência e com que finalidade? Só acabar com os novos conceitos de administrar com lisura e voltar ao “status quo ante”?

Afinal se demonizam o que está acontecendo de melhor hoje no Brasil, alguém tem uma fórmula mágica para que mudando o titular de hoje ou nas próximas eleições, aparecerá aos seguimentos contrários uma fórmula mágica para mudarem o país com apenas uma assinatura (uma canetada)?

Até agora as reformas importantes estão no Congresso, e se não passarem logo, no ano de 2022, será muito difícil, enquanto isto o Brasil continua vulnerável, então porque não dar uma chance para a pátria?

E a propósito, será que governadores e Prefeitos estão cortando despesas, reduzindo às suas máquinas públicas estaduais e municipais, afinal somos uma federação? Um país não é diferente de uma construção, necessitam de bases sólidas planejadas por uma cúpula que pensam a longo prazo.

Pelo jeito teremos que aguardar e esperar o bom senso imperar.

Que Deus nos proteja!



 
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