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Empresário é condenado por desviar mais de R$ 2,7 milhões em Poços de Caldas

 


Um empresário foi condenado pelo desvio de mais de R$ 2,7 milhões de um convênio de Saúde em Poços de Caldas. Desvio milionário aconteceu entre os anos de 2007 e 2009.

A condenação pela Justiça Federal foi de seis anos de reclusão, além do pagamento de multa pelo crime de peculato. A fraude foi cometida entre janeiro de 2007 a 2009, quando o empresário fazia parte da diretoria do Instituto Sollus, que firmou uma parceria com a Secretaria Municipal de Saúde para o Programa Saúde da Família e do Centro de Especialidades Odontológicas.

Conforme o processo, o empresário e outros agentes públicos cometeram pelo menos 30 desvios. De acordo com a Justiça Federal, o condenado atuava como diretor de compras e era responsável por providenciar notas fiscais falsas usadas no esquema.

O empresário Ricardo Murilo Newman negou a participação no crime e disse que apenas prestou serviços gráficos ao instituto e sublocou parte do prédio de sua gráfica para o responsável pelo instituto.

Duas outras pessoas foram citadas no processo: o secretário municipal de Saúde de Poços de Caldas na época, Mário Roberto Paiva Ferreira (inocentado por extinção de punibilidade em razão da prescrição retroativa) e o responsável pelo Instituto Sollus, Igor Dias da Silva (que não se manifestou no processo, dando causa à suspensão do processo e do curso do prazo prescricional).


 
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