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“Operação Sinergia” tem ações realizadas em Minas Gerais e São Paulo

 


Na última  terça-feira, 05 de outubro, foi deflagrada pelo Ministério Público de Minas Gerais a segunda fase da “Operação Sinergia” em cidades de Minas Gerais e São Paulo. Objetivo é investigar uma suposta fraude no setor de metais e sucatas.

A operação que combate a fraudes tributárias no ramo de metais e sucatas, principalmente de alumínio e cobre, apura também a existência de uma possível organização criminosa.

Ao todo, são cumpridos 8 mandados de prisão temporária e 8 mandados de busca e apreensão em Guaxupé, São Paulo, Jundiaí e Guararema.

O suposto esquema pode ter causado prejuízo de cerca de 300 milhões de reais aos cofres públicos, em razão do não recolhimento do ICMS devido pelos beneficiários. Na primeira fase da “Operação Sinergia”, uma empresa de Andradas foi alvo por estar simulando a aquisição de mercadorias de outros estados com o objetivo de obter créditos tributários de forma ilícita. Apenas nos anos de 2020 e 2021, a empresa de Andradas apresentou movimento contábil superior a 1 bilhão de reais.

A “Sinergia” é resultado de uma força-tarefa constituída pelo Ministério Público de Minas Gerais, através do Centro de Apoio Operacional de Defesa da Ordem Econômica e Tributária (Caoet), Receita Estadual, Polícia Civil, e Polícia Militar. Além da articulação interinstitucional no âmbito do Cira, as investigações do Caoet Varginha contaram com o apoio operacional do Gaecos de Passos, Pouso Alegre, Varginha e São Paulo.

De acordo com o Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira), a 2ª fase operação Sinergia é fundamental para o aprofundamento da investigação das fraudes no Sul de MG e conta com a participação de 11 promotores de justiça, 8 servidores da Receita Estadual, 45 policiais militares, de Minas Gerais e São Paulo.


 
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