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Coluna - Luiz Fernando Alfredo

 É um escárnio indescritível

Essas balelas de partidos políticos são para habilitarem candidatos, filiados militantes e outros que apenas compõem um número estabelecido pela legislação pertinente, enfim é uma Entidade sem fins lucrativos, inscrita nos  Orgãos competentes como Pessoa jurídica de direito privado, que funciona sob a égide de um estatuto próprio e da legislação eleitoral.  Os filiados escolhem um grupo denominados convencionais que elegem uma Diretoria, com um Presidente, Vice Presidente, Secretário, Tesoureiro e conselhos, nos termos do seu regimento interno.

O preponderante num partido político deveria ser seus ideais e projetos que defendam causas justas a favor das comunidades, já que eles representam seus filiados e eleitores simpatizantes, e estes elegem seus representantes, já que o poder emana do povo, conforme a CF, porquanto os eleitos devem seguir a vontade dos representados através de uma legislação eleitoral menos fisiológica e com transparência da sua produtividade durante o mandato.

Na teoria, os partidos políticos são importantíssimos numa democracia, desde que fossem no máximo uns doze, considerando o tamanho continental do Brasil. Contudo temos trinta e três partidos e outras dezenas em processo de regulamentação.

Achamos um exagero, pois estes partidos recebem verbas públicas, e quando o dinheiro adentra nas entranhas, às ideologias vão para o espaço e o regimento interno da instituição cria fungos nos arquivos e quem reparte costuma ficar com a maior parte.

Apesar de não gostarmos do codinome centrão, tipo a posição do MDB, que acende velas para os dois lados há muitos anos, achamos que  uma tríade filosófica e política para disputarem eleições seria de bom tamanho, pois não há como ter eficiência em tantas ideologias além de direita, moderados e esquerda, a bem da verdade, se formos mais realistas existem de fato, dois lados, situação e oposição; os demais são os que aderem ao melhor candidato ou  à proposta mais interessante de participação no tão cobiçado poder, além disto é mera conveniência pessoal.

O Brasil a partir do impedimento do Collor perdeu o norte, virou um “balaio de gatos” que nunca se interessaram em pegar os “ratos”, e muitos omissos que tinham voz e vez, calaram-se vendo a banda passar e outros tirando casquinha nos instrumentos mais desafinados do contexto missionário.

Assistimos hoje, os maiores absurdos cínicos e seletivos estatuídos pelos políticos e alguns operadores do direito, os quais nitidamente demonstram seus interesses corporativos e de mão dupla, sem constrangimento, permeados por artimanhas que nos chamam continuamente de leigos ignorantes  de memória curta.

O PT e simpatizantes estavam comemorando o aniversário de dois anos de “Lula livre”, até que não deixa de ser um direito deles, contudo é um escárnio indescritível para com os brasileiros de bem, afinal o indivíduo mais asqueroso do país continua ladrão e ainda tirando onda de “salvador” e consultor assumindo sua simpatia pelos governos autoritários com toda desfaçatez.

Já passou da hora deste meliante parar de mentir e fazer “mise-en-scène” para os imbecis que acreditam nele, por estarem desinformados pela mídia tradicional que o acoberta.

A propósito, quanto a filiação de Bolsonaro num partido (PP ou PL), caso ele venha se candidatar, preferimos o Mourão de vice, pois embora um pouco indócil no cargo, não traiu o Presidente; ele tem o seu grito de guerra do Exército para respeitar: Braço Forte, Mão Amiga.
Os esquerdistas não suportam farda, esta síndrome inibe os ímpetos dos assédios de impedimentos do eleito, por isto, que seja Mourão.
Que Deus nos ajude!


 
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