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OAB e bombeiros recebem doações para vítimas da chuva na BA; saiba como ajudar



Além de famosos como Anitta, Felipe Neto, Gil do Vigor e Whindersson Nunes, que se organizaram para ajudar as vítimas das chuvas que afetam a Bahia, também há iniciativas para reunir doações coordenadas pelo Corpo de Bombeiros, Polícia Militar da Bahia, a OAB-BA (Ordem dos Advogados do Brasil na Bahia) e a ONG Ação da Cidadania.

Subiu para dez o número de mortos com os temporais. O número de cidades em situação de emergência passou de 32 para 51. No total, 200.297 pessoas foram afetadas pelos temporais de alguma forma, incluindo 6.371 que estão desabrigadas e outras 15.199 desalojadas. 

No Corpo de Bombeiros, as doações podem ser deixadas em qualquer quartel da corporação no estado. Na Polícia Militar, as arrecadações podem ser feitas na sede da 43ª Companhia Independente da Polícia Militar (43ª CIPM/Itamaraju) e no quartel do 4° Pelotão, em Jucuruçu.

Na sede da OAB-BA, em Salvador, alimentos não perecíveis, água mineral, produtos de higiene e roupas podem ser entregues até o dia 17. Os itens também podem ser deixados nas salas da OAB-BA no TJ-BA (Tribunal de Justiça da Bahia), nos fóruns Ruy Barbosa, do Imbuí e Criminal.

No sul do estado, as sedes das Subseções de Itamaraju e Teixeira de Freitas também estão recebendo donativos. Para mais informações, é preciso entrar em contato com as subseções de Itamaraju, pelo telefone (73) 3294-5557, ou de Teixeira de Freitas, no número (73) 3291-2753.

Ainda na capital baiana, o shopping Paralela também anunciou a campanha S.O.S Sul da Bahia, para servir como ponto de arrecadação de itens como alimentos, água, roupas e cobertores, que podem ser entregues no piso L2.

Por meio das redes sociais, a ONG Ação da Cidadania informou o envio de 70 toneladas de alimentos para cidades atingidas pela chuva, além de pedir doações para a campanha Natal Sem Fome destinada à Bahia, por meio do pix CNPJ 00346076000173.

Neste domingo, o presidente Jair Bolsonaro (PL) sobrevoou Porto Seguro. Ele usou a visita para atacar as medidas de lockdown e outras restrições de deslocamento decretadas por governadores pelo país como forma de combate ao coronavírus.

"Também tivemos uma catástrofe no ano passado, quando muitos governadores, e o pessoal da Bahia, fecharam todo o comércio e obrigaram o povo a ficar em casa. Povo, em grande parte [trabalhadores] informais, condenados a morrer de fome", afirmou ele, em entrevista em Porto Seguro, após o sobrevoo.

Por FOLHAPRESS


 
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