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Opinião com Luiz Fernando Alfredo



 Cortando o mal pela raiz

Globalização é um atrativo que estão vagarosa e sorrateiramente tentando vender o conceito para todos os países e concomitantemente estão entrando nas brechas dos seus investimentos nos países em desenvolvimento, fixando ideias através da imprensa esquerdista, milionários gananciosos, religiosos hereges e políticos venais.

Uma das maiores exemplificações marqueteira do quão vantajoso seria para todos, são citações das grandes navegações dos séculos XV a XVII, quando das descobertas de novas terras e a colonização delas.

Portugal, Espanha, Inglaterra, França, China e outros foram os principais desbravadores dos mares desconhecidos; o grande benefício para este países foram transferir culturas para os povos colonizados e em troca explorar às riquezas nativas, avolumando os cofres dos países exploradores, dando-lhe condições de vida boa e abastada, criando costumes que mais tarde vieram a encarecer o custo de viver.

Tão logo estas minas de riquezas passaram a ficar independentes dos seu colonizadores, as fortunas passaram a um patamar de descentralização nivelando o poderio econômico dos protagonistas da história dos colonizadores e colonizados.

Enfim, a grande vantagem foi dos colonizadores que viveram muito tempo da exploração e hoje com nome diferente, a globalização nada mais é do que a volta da “cadeia alimentar”, poucos deleitando da fraqueza do resto.

Num passado longínquo, o mundo era globalizado e equilibrado da seguinte maneira: cinquenta por cento de governantes, religiosos e soldados e o restante, escravos sofridos e famintos.

Como não existem nações amigas e sim ações pacíficas de negócios entre países que se locupletam mutuamente, não dá para descuidar facilmente da soberania, pois um dia a “casa cai” e em cima do mais fraco.

Bolsonaro tem que envidar esforços para falar verdades para os componentes do lado mau do mundo, afinal Brasil faz parte daqueles que salvarão o planeta no que tange à alimentação e matérias prima para fármacos e outros, é um país renovado pelo despertar do conservadorismo e não haverá nenhuma intimidação aos nossos patriotas que nos fará submeter às narrativas e infâmias destes esquerdistas.

E o mundo inteiro sabe o que acontece aqui no Brasil verdadeiramente, só que tendenciosamente ficam com às narrativas, pois sabem que se Bolsonaro for reeleito, será uma pedra no sapato destes indesejáveis.

Sabemos que os grandes líderes esquerdistas (FHC, Lula, Sarney e Temer) já estão em fim de carreira, então parem, pensem, deixem um legado bom para o nossos descendentes, pelos menos sem este ódio inexplicável oriundo da terrível vaidade, numa nação bem aquinhoada pela natureza com toda força da criação. Lembrem-se, os senhores foram Presidentes, apesar da ideologia, sabem o quão perigoso o Brasil está. Redimam-se!

Bolsonaro você é a voz que muitos, por inveja, raiva, antipatia, maldade e idealismo torpe gostariam de calar e até vê-lo morto, isto não acontecerá porque, é certo que sua missão deve continuar em 2023, pois a ideia que reverbera para o mundo inteiro está pegando, somente líderes medíocres e de baixa popularidade que tentam demoniza-lo.

O plano dos chineses de abrir suas fronteiras e dar incentivos para empresários do mundo inteiro ganhar dinheiro com mão de obra escrava, encantou os gananciosos que após a pandemia enxergaram o quão rico eles ficaram, mas fez da China um império perigoso e enigmático, afinal ela deu com uma mão e tomou com a outra ao amealhar conhecimento de toda tecnologia de ponta e sucumbir o resto do planeta às suas forças grandiosa, difícil até de ser medida, pois lá tudo é secreto e quem arrisca a ser herói desaparece. Quem para a China? Guerra é suicídio em massa do planeta. Bolsonaro já enxergou, só o perigo da fome acalmaria aquele monstro criado pelos burros mundiais por isto ele vive alardeando que o Brasil é responsável por um prato de comida em cada oito pessoas no mundo, utilizando apenas 63,9 milhões de hectares ou oito por cento do seu território. Não é de graça que o democrata Bidem está passando pano para Bolsonaro e Putin convidando-o para ir à Rússia.

A propósito, “vem ai a nova variante, mas o problema continuará grave mesmo é com a velha Brasília”.

Bolsonaro que Deus esteja contigo!



 
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