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Tarifa do transporte público vai subir para R$ 5 a partir de 3 de janeiro em cidade Sul Mineira

 


A empresa Auto Omnibus Circullare informou que a partir do dia 3 de janeiro a tarifa do transporte público vai passar para R$ 5 em Poços de Caldas (MG). O anúncio foi feito pela concessionária que administra o serviço na tarde da última segunda-feira (27).

Conforme o comunicado, publicado na página oficial da empresa nas redes sociais, o aumento ocorre “em razão da não aprovação pela Câmara Municipal do subsídio destinado ao Sistema de Transporte Coletivo”.

Ainda de acordo com a concessionária, a medida está estabelecida no contrato emergencial entre a empresa e a Prefeitura de Poços de Caldas. O documento tem validade de 180 dias, entre 18 de novembro de 2021 e 16 de maio de 2022.

“Não sendo efetivamente pago o subsídio proposto, considerando tratar-se de contrato emergencial, bem como o seu reduzido prazo de execução e vigência, a concessionária implementará a tarifa de R$ 5 nas 48 horas subsequentes, independente de autorização ou solicitação do poder concedente”, escreveu a empresa, citando o parágrafo 3 da cláusula 4 do contrato.

Conforme a empresa, o aumento será válido a partir da 0h do dia 3 de janeiro. Com isso, a tarifa na cidade passará dos atuais R$ 4,75 e R$ 4,50 (utilizando o Cartão Amigo) para R$ 5.


Subsídio

O pagamento de subsídio era feito antes da não aprovação de novo projeto que autorizasse a modalidade. Esta medida foi tomada em maio deste ano, quando a Auto Omnibus Floramar Ltda, empresa que vai assumir o serviço de transporte público na cidade pelos próximos 15 anos, não havia fixado data para iniciar o trabalho.

Com isso, foi feito contrato emergencial para a Circullare continuar a realizar o serviço até a Floramar assumir. O documento, que aprovava o pagamento do subsídio, foi assinado com validade de seis meses.

O Executivo fechou contrato, na oportunidade, para pagar R$ 350 mil por seis meses à Circullare. Com isso, a tarifa para a população foi fixada em R$ 4,70, sendo que R$ 4 é pago pelo usuário no momento da utilização do transporte e R$ 0,70 pego pela prefeitura, por meio do subsídio. 

Com o fim deste contrato, a Floramar ainda não poderia assumir o transporte e novo contrato emergencial com a Circullare, com pagamento do subsídio, precisava ser aprovado pelos vereadores para o convênio continuar nos mesmos moldes. A Câmara Municipal, no entanto, não autorizou o pagamento à empresa.



 
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