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Venda de Junior Alonso entrará no top 5 das maiores da história do Atlético



O zagueiro Junior Alonso vai entrar em uma seleta lista do Atlético. Assim que a transferência do paraguaio para o Krasnodar, da Rússia, for concretizada, ele ficará no top 5 das maiores vendas da história do Galo. 

Nessa segunda-feira, o Atlético encaminhou a venda do zagueiro para o Krasnodar por cerca de 8 milhões de dólares (R$ 45,5 milhões). O defensor de 28 anos chegou ao Galo em julho de 2020. Na ocasião, o clube pagou cerca de 3 milhões de euros - cerca de R$ 18 milhões à época - ao Lille para ficar com o paraguaio.  O lucro é de cerca de 155%.

A maior venda da história do Atlético foi realizada em 2013. Pouco depois de conquistar o inédito título da Copa Libertadores, o Galo negociou Bernard com o Shakhtar Donetsk, da Ucrânia, por 25 milhões de euros (cerca de R$ 75 milhões na cotação da época).

A venda de Alonso ficará na quarta posição das maiores negociações do Atlético se a conta for feita pelo valor recebido (em reais). O paraguaio renderá R$ 45,5 milhões ao Galo, enquanto Lucas Pratto foi negociado por cerca de R$ 32 milhões. O argentino, no entanto, rendeu ao clube mineiro cerca de 9 milhões de euros.

Titular da Seleção Paraguaia, Junior Alonso foi líder do elenco alvinegro tanto com Jorge Sampaoli quanto com Cuca. Na primeira temporada, participou de 38 jogos, com um gol e duas assistências. Na segunda, foram 51 jogos, com um gol e uma assistência. 

No total, o defensor conquistou quatro títulos com a camisa do Galo: Campeonato Brasileiro (2021), Copa do Brasil (2021) e dois estaduais (2020 e 2021).

Meta de vendas


O orçamento para a temporada prevê a arrecadação de R$ 140 milhões em negociações de jogadores.

O valor previsto para 2022 é maior do que o esperado para o ano passado. Em 2021, a expectativa era arrecadar R$ 120 milhões em vendas de direitos econômicos. O clube conseguiu cerca de 50% da meta durante uma temporada de transferências ainda bastante atrapalhada pelos reflexos econômicos da pandemia de COVID-19.
As maiores vendas do Atlético em 2021 foram as do volante Léo Sena para o Spezia (R$ 8,1 milhões), do zagueiro Gabriel para o Yokohama FC (R$ 10,2 milhões), do meia David Terans para o Athletico-PR (R$ 7,5 milhões) e do atacante Marrony para o Midtjylland (R$ 27,5 milhões, sendo R$ 18,3 milhões à vista e o restante em junho de 2023). Os valores correspondem às cotações dos dias em que as transferências foram oficializadas.

Com as quatro negociações, o clube alvinegro garantiu R$ 53,3 milhões - já considerando a segunda parcela do pagamento do Midtjylland por Marrony, que só será realizada daqui quase dois anos. Houve outras vendas menores, como a do atacante Edinho ao Fortaleza (menos de R$ 2 milhões), por exemplo, mas sem tanto impacto nos cofres atleticanos.

O Atlético compensou a ausência de negociações maiores com as premiações por desempenho. O time alvinegro foi campeão mineiro, da Copa do Brasil e do Campeonato Brasileiro, além de ter chegado à semifinal da Copa Libertadores. Só nas três principais competições da temporada, o Galo arrecadou R$ 145 milhões em premiações - quantidade maior do que o esperado.

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