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Oito alvos da operação Invisíveis são condenados por tráfico de drogas e organização criminosa

Foto: Reprodução


 O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) - por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), núcleo Varginha, em conjunto com a 4ª Promotoria de Justiça de Três Corações - obteve a condenação de oito pessoas presas durante a operação Invisíveis, deflagrada para o desmantelamento de organização criminosa, célula do Primeiro Comando da Capital (PCC), que atuava no Sul de Minas, e se dedicava à prática dos crimes de tráfico de drogas, roubos e comercialização de armas de fogo. 

Os réus foram condenados pela prática dos crimes de tráfico de drogas e organização criminosa a penas que variam entre seis anos e um mês a 31 anos e cinco meses de reclusão, além de multa. 

As penas dos réus, somadas, ultrapassam 130 anos e as multas totalizam aproximadamente R$ 300 mil. Da decisão cabe recurso.  

Quatro réus ainda respondem pelos mesmos fatos, uma vez que seus processos foram desmembrados. Em relação a eles, aguarda-se sentença. 


Relembre o caso 

Em outubro de 2020, foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão e 11 mandados de prisão preventiva nas cidades de Três Corações e Uberaba. 

Na ocasião, participaram das diligências um promotor de Justiça e 46 policiais militares. As investigações duraram aproximadamente um ano e culminaram no oferecimento de denúncia contra 12 pessoas pela prática de 39 crimes. 

Durante a investigação e em razão dela, diversas prisões em flagrante foram efetivadas, com apreensão de maconha, crack e cocaína.

Apurou-se que um dos líderes do grupo, processado e condenado em razão de ação penal decorrente de outra operação do Gaeco de Varginha (Argos), comandava parte das ações do grupo do interior da Penitenciária de Uberaba. 


Fonte: MPMG


 
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