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Opinião com Luiz Fernando Alfredo 08/02/2022



 Bandido de estimação

Escrevemos sobre ocorrências políticas no Brasil, há muito tempo, antes de 2012, não era com tanta frequência, mas sempre nos informávamos dos acontecimentos mundiais e do nosso país.

O surpreendente era que o nosso preferido protagonista maligno, já era o Lula e por tabela seus comparsas oriundos do sindicalismo formados nas grandes capitais, onde se instalavam às grandes Empresas que moviam a economia do país.

E às Empresas da época tinham como política empresarial concentrar nas suas folhas de pagamentos um número máximo de trabalhadores, compatível com sua demanda e com isto, poucas fábricas e outros segmentos, empregavam a maior parte da mão de obra do país e daí, tínhamos gigantescas organizações.

Não vamos entrar no mérito das políticas empresariais da época sobre não utilizarem os métodos de terceirizações, parcerias e descentralizações para facilitarem suas produções e administrações, no entanto, esta sistemática prejudicava o Brasil todo, especialmente por conta da migração e do surgimento dos grandes sindicatos, cujas políticas de suas decisões e resoluções, com grandes e poderosas empresas que comprimiam  à mobilidade patronal do interior, criando direitos impossíveis de serem sustentados pelas pequenas empresas.

Portanto desde àquela época nós, mesmo na condição  de empregado,  preferíamos o capitalismo e não suportávamos falsos ambientalistas, petistas e feministas - já tínhamos motivos suficientes para pensar que dentre estes movimentos de massa - poderiam estar surgindo uns monstros perigosos e o pior deles, Luís Inácio Lula da Silva que, desde aquela época já tínhamos motivos suficientes para não gostar desse indivíduo sindicalista, que em cinquenta anos conseguiu enganar um país inteiro e para nós este indivíduo analfabeto, mas muito esperto se tornou a nossa figura asquerosa de estimação e hoje é o Bandido de estimação  da Elite social, econômica e política dominadora do pais (establishment, palavra da moda dos jornalistas americanizados).  

Nesta época já imaginávamos que os rótulos de sufixo “ISTA” criaria os de sufixos “ISMO” e foi o que aconteceu, sintetizando quase tudo nos esquerdistas, hoje temos empreguismo, fisiologismo, feminismo, corporativismo, idealismo de gênero, ateísmo, personalismo, banditismos, socialismo, comunismo e outros poderosos embalados numa clássica onda de oportunismo, forjando estratégias para impedirem uma possível reeleição de um Estadista meio bronco, mas erigido providencialmente do nada, apoiando o conservadorismo, que cultua Deus, família, liberdade e patriotismo.

E o grande dano para o país, está na capacidade indescritivelmente cínica do “establishment” tentando impregnar na sociedade de mentiras, falácias e testemunhos falsos, visando descontruir o que este governo avançou.

É, mais uma vez, uma tentativa de enganar o povo, o que achamos um aborto intelectual espontâneo ao querer apagar o passado sujo do maior bandido do Brasil e da maior quadrilha, já formada nesta nação. Brasileiros estamos sendo enganados!

Vamos lembrar da quadrilha do PT e sua radioatividade: Lula foi preso, Dilma foi expulsa da Presidência; Michel Temer, por ter se metido com o PT, foi preso, Moreira Franco também, Palloci, os bilionários Marcelo Odebresch, Léo Pinheiro e os irmãos bovinos, cinco presidentes de estatais, cinco secretários, líder na câmara, três tesoureiros, três presidentes do partido petista e vários outros envolvidos com mensalão e o escândalo da Petrobrás, foram presos junto com outros inúmeros meliantes.

Agora vamos aos erros de Bolsonaro excluindo às infinidades de obras e a politização da direita adormecida: comedor de pastel com caldo de cana, apaixonado por tubaína, toma sopa em centro comunitário de bairro, piadista de churrasco, comedor de farofa, comeu  pizzas na calçada de Nova York, brincalhão, motoqueiro, retruca jornalistas que o ofende, pagou o custo da pandemia inteira sem poder interferir, acertou que o famoso lockdown não servia de nada (publicado sua eficiência 0,02 %), fez a ONU  engolir às verdades do Brasil, é aplaudido no Brasil e exterior, tem a língua meio presa, mas muito afiada e não usa a máscara da pandemia e nem a da hipocrisia.

Que Deus nos ajude em 2022, a votarmos bem, com sabedoria e patriotismo, jamais como cúmplices, mais uma vez, de uma história indesejável.


 
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