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Empresa investirá R$ 35 milhões em nova fábrica de capacetes em Varginha




 Fabritech implantará uma nova unidade industrial em 
Varginha, com previsão de geração de até 350 vagas permanentes


A Fabritech, uma das principais fabricantes de capacetes e viseiras para motociclistas do país, vai instalar uma nova unidade na cidade de Varginha, no Sul de Minas Gerais. O investimento previsto será de R$ 35 milhões com expectativa de geração entre 300 e 350 empregos permanentes. O protocolo de intenções com o Governo de Minas já foi assinado pela empresa e as obras devem começar no segundo semestre. 

A empresa fabrica os capacetes da marca Axxis, com tecnologia e certificação europeias. A atual unidade, em Limeira (SP), tem uma produção de 15 mil capacetes por mês. Os produtos são distribuídos para 1.200 pontos de venda espalhados por todos os estados brasileiros. 

Para o secretário de Desenvolvimento Econômico, Fernando Passalio, a instalação da unidade industrial da empresa é a prova de que a atual gestão do governador Romeu Zema está conseguindo colocar a locomotiva do desenvolvimento nos trilhos. “O esforço da equipe de desenvolvimento econômico do Governo de Minas tem auxiliado as prefeituras a adotarem uma legislação mais amigável aos cidadãos, contemplando ações de simplificação e desburocratização do ambiente de negócio. O resultado dessas iniciativas é a transformação de Minas Gerais em melhor lugar para se investir no pais, impulsionando o crescimento econômico regional e contribuindo para a geração de mais emprego e renda para os mineiros”, destaca o secretário. 

“O projeto de Varginha terá uma capacidade de produção de 80 mil unidades para atender a demanda nacional e já estamos em tratativas para exportar para a Europa. Cerca de 70% da nossa mão de obra é feminina, já que o processo de montagem demanda mais delicadeza e atenção aos detalhes”, conta o CEO da Fabritech, Marco Antonio Mascaro. 

Segundo o executivo, vários fatores contribuíram para a escolha por Minas Gerais para a nova unidade da empresa, como os benefícios fiscais, o corredor de importação e incentivos para o e-commerce, além do Porto Seco localizado em Varginha, o que facilita a importação de insumos e a exportação dos produtos acabados. Marco Antonio afirma que o Estado se mostra hoje empenhado em facilitar os novos investimentos e geração de empregos pela iniciativa privada. 

 “Notamos que o Governo de Minas está olhando para o empreendedor de forma mais amigável, pensando em auxiliá-lo na estruturação do negócio e na construção de parcerias para viabilizá-lo, e não somente em cobrar do empresário os impostos, até antes da implementação da unidade. Isso motiva a gente a empreender em Minas. Outros estados parecem que têm o prazer em atrapalhar o empreendedor. Isso precisa mudar no Brasil e Minas Gerais já está à frente nesse processo”, afirma.  


‘Polo das Duas Rodas’ 

A Fabritech não é a primeira empresa focada no mercado de ‘duas rodas’ a se instalar em Varginha. A cidade já possui a Riba Brasil, pioneira na fabricação de motocicletas elétricas e que também está aproveitando a expansão deste mercado prevista para os próximos anos.

Com intermediação da Invest Minas, a empresa anunciou, em novembro passado, um investimento de R$ 8,5 milhões na ampliação da produção visando os mercados interno e externo. A empresa possui ainda os serviços de compartilhamento de motos e assinaturas de baterias. 

 “A nova unidade da Fabritech em Minas é mais uma grande notícia e vai reforçar ainda mais a cadeia da mobilidade na região, criando a possibilidade de atrair mais fornecedores para a região. Esse fortalecimento favorece ainda mais a atração de investimentos, gerando mais empregos e riquezas para os municípios”, afirma Josiane Rafaella Faleiro, analista de promoção de investimentos, que negociou o projeto. 

A atuação da Secretaria de Estado de Fazenda (SEF/MG) também foi fundamental para a decisão da Fabritech de trazer suas operações para Minas Gerais, na análise do subsecretário da Receita Estadual, Osvaldo Scavazza.  

"A participação da Comissão de Política Tributária da SEF (CPT/SEF) foi essencial, tendo em vista a aprovação do tratamento tributário setorial destinado às importações de mercadorias para revenda, conhecido como TTS Corredor de Importação, e do TTS E-commerce. Além disso, aprovamos o tratamento tributário beneficiado para as operações interestaduais com os capacetes produzidos no estado, uma vez que a operação interna de industrialização desses equipamentos é alcançada pela isenção do ICMS, explica Scavazza. 


 
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