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Greve da educação tem adesão de 10 a 12 escolas estaduais em Pouso Alegre

 

Foto: Divulgação

A paralisação dos profissionais da educação na rede estadual de ensino de Minas Gerais já afeta pelo menos 10 das 14 escolas estaduais de Pouso Alegre. A informação é da Superintendência Regional de Ensino (SRE). Já nas contas da diretoria local do Sind-UTE, sindicato que representa os professores do estado, o impacto é um pouco maior e afetaria 12 unidades, que estão com suas atividades total ou parcialmente paralisadas. 

De acordo com levantamento feito pela SRE e repassado ao R24, há duas escolas totalmente paralisadas, oito com atividades parcialmente suspensas e duas unidades que não aderiram ao movimento. Outras duas escolas ainda não responderam à consulta feita pela SRE.


Professores reivindicam pagamento do piso salarial da categoria

A greve dos professores da rede estadual ocorre na esteira da paralisação das forças de segurança, que iniciaram seu movimento grevista no dia 21 de fevereiro.

Enquanto os policiais civis, militares e penais cobram os 24% restantes do aumento prometido pelo governador Romeu Zema (Novo), ainda em 2019, os educadores pressionam a administração estadual para cumprir o pagamento do piso nacional dos professores, reajustado em 33,23% em fevereiro, com base na lei federal de 2008, que instituiu o salário básico dos professores.

 “Ele [Romeu Zema] oferece 10[% de aumento], mas nós não queremos 10, nós queremos o justo. (…) Lembrando, que não são só os professores, os servidores da saúde e da segurança também querem o que é de direito“, defende o diretor do Sind-UTE em Pouso Alegre, Marcos dos Reis.

O sindicalista se refere ao fato de o governador ter enviado para a aprovação da Assembleia uma proposta de reajuste de 10,06% para todos os servidores do estado como forma de aplacar a greve das forças de segurança, o que acabou não funcionando.


Justiça media solução

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) foi acionado pelo Sind-UTE para mediar um acordo junto ao governo do estado.

Uma primeira audiência ocorreu na manhã da última segunda-feira (14), mas acabou sem avanço. O governo de Minas não apresentou qualquer proposta de resolução para atendimento da pauta da categoria.

Uma nova tentativa de conciliação ocorre na próxima quinta-feira. Enquanto isso, a categoria se mantém mobilizada em um esforço de greve iniciado em 8 de março.


Fonte: Rede Moinho 24


 
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