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Opinião com Luiz Fernando Alfredo 17/03/2022



 Contra força não há resistência

O mapa da Europa vem mudando seus limites geográficos há séculos. As mudanças mais drásticas aconteceram a partir do século XIX, a população mundial passou de 1,56 bilhão em 1900 para 6,1 bilhões em 2000, em 2022 já está em 7,8 bilhões de habitantes e estas diferenças numéricas ascendentes são em função da descoberta de medicamentos, consequente redução da mortalidade e por conta de melhores condições de vida. Vejam que no ano I d.C. era de 170 milhões de habitantes.
As guerras antigamente eram mais corpo a corpo, especialmente espadas e outras armas de curto alcance, normalmente as lutas se desenvolviam através de um cerco às cidades-estados e demoravam muito tempo, a não ser àquelas desigualdades de exércitos treinados e disciplinados contra um bando de camponeses munidos de paus e pedras.
Depois da primeira guerra mundial as guerras tomaram proporções maiores, envolvendo boa parte do mundo e às armas passaram a ser mais destruidoras e sangrentas. Após a segunda guerra  mundial, onde os mapas da Europa e Ásia ficaram bem diferentes, e embora o mundo tivesse sofrido uma refrega de grandes proporções, com perdas irreparáveis, pareciam que criaram juízo e fizeram grandes tratados de paz no papel, contudo muitos países continuaram sorrateiramente belicosos, estavam sempre “com um olho no gato e o outro no peixe”, tanto que tivemos guerras terríveis como a das Coreias e do Vietnam, além de algumas menores no oriente médio, américa central e a das Malvinas.
Em que pese, o estopim do armagedom não ter sido aceso pelos Presidentes John Kennedy e Nikita Kruschev nos anos 60, o mundo continuou com a guerra fria, pois uma guerra atômica, de fato acabaria com o planeta, e hoje mil vezes mais rápido.
Já dissemos que guerras não são racionais, mas esta da Rússia contra Ucrânia passa das medidas do senso comum e já era para este Presidente Volodymir Zelensky, a bem do próprio país dele e do mundo, entregar as suas armas, mesmo com tratado bem desfavorável para eles, afinal erraram em arriscaram em desafiar a Rússia, especialmente tentando pularem para o lado da OTAN e União Europeia; não tiveram o que se esperavam daqueles que seriam seus possíveis aliados e nem vão conseguirem. O lado ocidental late como aquele cachorrinho vira latas, que quando se bate o pé para ele, sai em debandada choroso e com rabo entre as pernas. Já provaram isto quando Putin ameaçou com suas ogivas, se os aliados acuassem a Rússia.
Estas medidas econômicas pouco valem, ainda mais que a Rússia tem produtos, commodities importantes, especialmente para sobrevivência da Europa, e após uma grave pandemia ou fraudemia, vinda dos comedores de morcegos (até hoje estamos no escuro), onde o mundo já estava em polvorosa, de repente surge uma guerra que pode levar tudo a bancarrota.
E o pior, que Putin sabe que o ocidente não atacará, pois o ditador não tem nada a perder, ainda mais que além de sanguinário, o desgraçado deve ter um ego do tamanho do seu país. Vejam a história, quantos chefes de estados, imperadores cometeram loucuras por vaidades exacerbadas, achando que se tornariam imortais.
A nosso ver, está na hora de cassarem o Presidente da Ucrânia, a bem do mundo, afinal estas firulas que deixam a imprensa em estado de êxtase e morbidez incontida, apenas com medidas de boicotes ou irem às vias de fato, levarão a um sofrimento atroz e contraproducente, ou a uma destruição total, o que parece que ninguém em sã consciência quer. Como diria o nosso saudoso amigo Rober Luiz de Oliveira: “chefe, este corpo não me pertence”. 
O homem tem que cultuar sua honra a qualquer custo, quando o prejuízo for apenas dele! 
Nem em filmes, nós nunca entendemos, matam 1000 para salvar um.
O exemplo que ficou há dois mil anos atrás foi que Um morreu para salvar todos.
A propósito vocês sabiam que o Estado do Alasca era da Rússia e foi comprado pelos Estados Unidos, aproximadamente 1,8 milhões de quilômetros quadrados pela bagatela de 7,2 milhões de dólares, US$4,74 o metro quadrado. 
Que Deus ajude nosso mundo e especialmente o nosso Brasil! Se depender de quem pensa, o Brasil tem jeito.


 
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