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Remédios devem aumentar quase 11%, diz indústria farmacêutica



Os preços dos medicamentos terão aumento de 10,89%. Os novos valores devem entrar em vigor já no próximo fim de semana. A informação é do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma). 

O reajuste ainda precisa ser autorizado pelo governo federal, mas o Sindusfarma destaca, em nota oficial, que, pela lei, a recomposição anual de preços poderá ser aplicada a partir desta quinta-feira (31), "em cerca de 13 mil apresentações de medicamentos disponíveis no mercado varejista brasileiro".

O percentual de reajuste é um valor máximo que pode ser aplicado pelos fabricantes. O índice leva em conta a inflação e o fator Y, divulgado na terça-feira (29) pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), que calcula os custos de produção não captados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial –, como variação cambial, tarifas de eletricidade e variação de preços de insumos.

No ano passado, o reajuste autorizado foi de até 10,08% para os medicamentos, ante uma inflação de 4,52% no ano anterior. Para este ano, o mercado financeiro prevê uma inflação em quase 11%.

O governo controla o reajuste de preços de medicamentos periodicamente – estabelecendo o aumento máximo que esses produtos podem atingir no mercado brasileiro – por meio do CMED, órgão vinculado à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).


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