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Drone é peça-chave para policiais civis da região de Varginha

 


Policiais civis de Monsenhor Paulo e Varginha participaram de um curso de Drone (Asa Rotativa) – Operações Básicas, como parte dos investimentos para reforçar a segurança dos moradores da região. O curso foi mobilizado pelo Sindicato Rural de Monsenhor Paulo e ministrado pelo instrutor Marco Alziro Carvalho na Fazenda Serra Negra. Os oito participantes aprovaram o conteúdo dos três dias de treinamento e já enxergam sua contribuição no dia a dia.

O perito criminal Tiago Batista Braga, de Varginha, disse que o treinamento superou todas as expectativas. “O Marcos passou bastante conhecimento e tudo que ele disse pode ser usado de alguma forma dentro da área de segurança pública. Eu tinha uma visão totalmente diferente do uso das funcionalidades do drone e tudo que foi passado é de grande valia para o nosso trabalho”, elogiou.

Para Helton Valmor Skrobot, investigador de polícia, o curso agregou muitos conhecimentos e desmistificou a pilotagem do drone. Para ele, vai reduzir muito o tempo de planejamento. “Além disso, foi bom para abrir a mente – a gente não sabia do que o drone era capaz, foi muito produtivo. Logo após o treinamento já subimos o equipamento e fizemos alguns trabalhos com ele”.

“Aprendemos bastante da legislação, sobre onde podemos ou não usar um drone, sobre a parte mecânica e baterias, foi bem proveitoso”, acrescentou Luciano Francisco dos Santos, inspetor de polícia.


Elemento surpresa

Marco Alziro Carvalho disse que a demanda dos policiais, todos ligados à área de inteligência da corporação, tinha foco maior em monitoramento e inspeção. “Eles aprenderam, por exemplo, que, quanto mais alto levantarem o drone, mais área eles podem ver com menos risco, no caso de uma invasão ou roubo. 

Também podem utilizar em demandas pontuais, no momento do delito, ou do ponto de vista investigativo, vendo a sequência de acontecimentos ao patrulhar uma área. Essa visualização do alto é o elemento surpresa”, explicou o instrutor.

O mobilizador do Sindicato, Diego Cauvilla, contou que é comum as forças de segurança solicitarem esse curso – só ele já mobilizou também para bombeiros e polícia militar. Ele conta que essa turma de policiais demandou o treinamento para facilitar o trabalho em buscas e monitoramentos, mas também os ajudou a aproveitar melhor o drone que já tinham: “eles têm um drone sofisticado e usavam só o básico dele por falta de conhecimento. Com o treinamento, eles tiveram simulações de voo melhores e dinamizaram o serviço, porque viram a eficiência que o aparelho pode trazer no dia a dia deles”.

Fonte: Blog do Madeira 


 
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