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FIEMG Lab e Indústrias do Futuro renovam parcerias



 Hub de inovação aberta entre startups indtechs e indústrias do Brasil, o FIEMG Lab é uma iniciativa pioneira do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), no âmbito da FIEMG, que oferece método, ritmo e conhecimento, para fortalecer a inovação aberta, por meio de conexões de alto valor, impulsionando a construção de um futuro tecnológico e mais competitivo ao setor industrial. Para a atual 4ª Jornada do Hub FIEMG Lab, foram renovadas parcerias com as Indústrias do Futuro Gerdau, RHI Magnesita e Vale, que integram o processo pela terceira vez consecutiva. Anglo American e Stellantis também garantem participação e estão na segunda jornada seguida.


Novo Nordisk

E, ainda, a 4ª Jornada recebe no portfólio oficial das Indústrias do Futuro a Novo Nordisk, introduzindo mais um setor à parceria com o FIEMG Lab, com essa farmacêutica multinacional dinamarquesa, do mercado de Tratamento e combate à Diabetes e outras doenças crônicas, presente em 170 países, nos quais reúne mais de 30 milhões de pacientes.

Juliana Cecilia Cunha, gerente de Inovação e Estratégia na Novo Nordisk, destaca que a indústria é responsável por 50% da produção de toda a insulina consumida no mundo. “A inovação aberta nos proporciona a possibilidade de ampliar nosso escopo de construção de soluções, uma vez que podemos contar com habilidades de parceiros para trazer soluções ou realizarmos processos de cocriação para o nosso negócio”, pondera Cunha, sobre a parceria com o FIEMG Lab.

Ela ainda ressalta que o relacionamento com startups permite à Novo Nordisk aprender sobre a cultura dessas organizações, com sua grande flexibilidade e poder de trabalhar com foco no cliente, com alto grau de customização. “Além disso, temos oportunidade de receber inputs de outros agentes do ecossistema, com visão e experiência externa aos nossos processos. Isso traz soluções aos nossos desafios e contribui com o conhecimento do nosso negócio, de forma a ampliar o mercado para os empreendedores que se relacionarem conosco”, define.


Gerdau

Maior produtora de aço brasileira e uma das principais fornecedoras de aços longos nas Américas e de aços especiais no mundo, a Gerdau iniciou a jornada ao lado do FIEMG Lab em 2018. “Vimos a oportunidade de desenvolver um hub estruturado para inovação aberta, B2B focado na indústria, com apoio de profissionais que têm expertise para isso. Dessa forma, o FIEMG Lab vem se estabelecendo como nosso hub oficial de inovação aberta em Minas”, afirma o gerente geral de Indústria 4.0 da Gerdau, Rafael Guimarães de Oliveira.

A visão estratégica da Gerdau, reforça, tem como um pilar de sustentação a transformação digital. “Isso nos permitirá alcançar novos patamares de excelência operacional, segurança nas operações e relacionamento com nossos clientes. Um dos importantes canais para resolução desses desafios está na inovação aberta”, observa Oliveira.


RHI Magnesita

A RHI Magnesita, com sede em Viena, na Áustria – que mantém um complexo de produção de refratários em Contagem (Grande BH) e mineração em Brumado (BA) –, também está há três jornadas como indústria parceira do FIEMG Lab. “A gente precisava de um parceiro para fazer interface com startups e o FIEMG Lab se encaixou como uma luva”, avalia o gerente de Produtos Digitais da multinacional, Ramon Fraga Resende.

“Temos parcerias com alguns dos principais hubs de inovação pelo mundo, o principal é o FIEMG Lab. É de onde a gente tem extraído mais resultados, no qual investimos R$ 2 milhões nos últimos três anos”, informa ainda.


Vale

Empresa brasileira com mais de 60 mil funcionários e alcance global, atuando em diversos países, a Vale, que está em sua terceira parceria com o FIEMG Lab, aponta como alta a relevância da inovação aberta em sua estratégia de negócios. “Criamos recentemente uma nova vice-presidência, chamada Business Transformation, que tem o objetivo de criar e desenvolver a Vale do Futuro. Então, a inovação, além de ser uma das nossas alavancas, é um dos nossos catalisadores, lincado diretamente à nossa estratégia de longo prazo”, frisa a analista de Inovação da empresa Greyce Franzmann.

Diante disso, a contribuição do FIEMG Lab nessa estratégia é grande, por ser um hub focado nas indústrias, segundo Franzmann. “Nós confiamos muito na curadoria do FIEMG Lab e nas soluções que se conectam conosco através deles. O FIEMG Lab é um dos canais que em que apostamos e investimos para fomentar o ecossistema de inovação e o surgimento de novas startups que visem se conectar com a indústria, pois acreditamos que o que é bom merece também ser partilhado com a comunidade”, reforça. Greyce Franzmann pondera ainda que a Vale está buscando soluções que já possuam um pouco de maturidade e tenham capacidade de se adaptar a cenários complexos. 

“Temos diversos desafios na Vale e sabemos que quanto mais diversidade de soluções tivermos maior será a nossa chance de encontrar uma solução mais assertiva”, avalia. Entre os focos, a gerente diz que empresa tem olhado bastante para questões relacionadas à produtividade, descarbonização e modelos de negócios escaláveis com grande potencial de disrupção.


Anglo American

A Anglo American, sediada em Londres – produtora de minério de ferro, manganês, níquel, carvão cobre, diamante e platina, com escritórios, operações e projetos em todos os continentes -, está em sua segunda jornada com o FIEMG Lab. Coordenadora de Inovação da companhia, Anita Marques Andrade da Silva reforça que o FIEMG Lab é um parceiro relevante para que sejam atingidos objetivos estratégicos. Segundo ela, essa sinergia fomenta uma cultura de inovação no negócio que permite aos empregados se relacionarem e desenvolverem projetos com startups. “Também traz novas formas de trabalhar, executando iniciativas imersas em metodologias de inovação, além de disseminar conhecimento e capacitação para diversos públicos e alcances”, resume.


Stellantis

A Stellantis - que reúne 14 empresas automotivas, líder global de montadoras e provedores de mobilidade limpa - é mais uma organização de nível internacional que está na segunda jornada como parceira do FIEMG Lab. Os ganhos dessa cooperação, ressalta a gerente de Inovação Aberta para a América do Sul, Marina Figueiredo Lima, são muitos.

“O primeiro eixo é cultura. É uma troca muito importante para a gente, que veio de um modelo mais hierárquico, mais centralizador, para uma cultura da inovação, de protagonismo do colaborador como empreendedor dentro da empresa. Outro ponto é que tivemos muito retorno na realização das provas de conceito. O processo ficou mais ágil, e, se não dá certo, a gente consegue refazer a rota mais rápido. E o terceiro eixo são novos negócios, novas oportunidades. A gente consegue ter uma visão do que está acontecendo, das tendências. O programa do FIEMG Lab é muito robusto”, evidencia Lima.

Todo esse alcance e sucesso do FIEMG Lab vem da atuação em outras grandes frentes, que são o FIEMG Lab 4.0 (aceleração de startups), Challenge FIEMG Lab (programa de desafios de inovação aberta que conecta a indústria com soluções de startups para desafios internos específicos) e a Trilha de Aceleração da Indústria (fóruns de inovação e curadoria de conteúdo para as Indústrias do Futuro).

Fonte: FIEMG


 
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