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MP pede que vítimas da falsa enfermeira recebam indenização em BH

Foto: Polícia Federal/Divulgação


O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) pediu indenização para duas vítimas da falsa enfermeira que aplicou falsas vacinas para a Covid-19, quando somente grupos prioritários podiam se vacinar em Belo Horizonte. Apesar de serem vítimas do estelionato, os vacinados estavam furando fila da vacinação, já que na época os imunizantes eram apenas para grupos prioritários. 

O MPMG disse que apesar de ter identificado centenas de vítimas apenas duas denunciaram oficialmente o crime de estelionato. O MP pediu R$ 2.280 de indenização para uma das vítimas e R$ 6.500 para outra. 

MPMG denunciou a falsa enfermeira 

A falsa enfermeira Cláudia Mônica Pinheiro Torres de Freitas que vendeu e aplicou supostas vacinas contra a Covid-19 em empresários de Minas foi denunciada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG).  A denúncia é pelos crimes de  estelionato, associação criminosa, uso de documento falso e lavagem de dinheiro.

Outras cinco pessoas também foram denunciadas, sendo dois filhos da enfermeira, o irmão dela, um genro e a cunhada. A investigação está com a 3ª Vara Criminal, que vai analisar e decidir sobre a instauração de processo criminal.

O caso da aplicação de supostas vacinas contra Covid-19 foi revelado em março de 2021. Cláudia se passava por enfermeira e vendeu as doses para empresários de Belo Horizonte. Vídeo gravado por uma vizinha de uma garagem no bairro Alto dos Caiçaras, na região Noroeste de BH, mostra a mulher atendendo as pessoas que saíam de uma fila de carros. 

A apuração da PF revelou que as doses eram negociadas por R$ 600. Na época, no início da vacinação contra a Covid-19 no país, apenas profissionais da saúde e parte dos idosos estavam recebendo o imunizante em BH. Cláudia e seu filho chegaram a ser presos, mas foram liberados.  

O Tempo


 
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