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Opinião com Luiz Fernando Alfredo



A guerra continua


Já tivemos oportunidade de expressarmos em artigos anteriores, nossa opinião sobre a invasão da Rússia ao país Ucraniano, naquele momento, já achávamos que era uma irracionalidade a guerra, por falta de diplomacia bem sensata, contudo continuaram provocando os russos.
Embora a Rússia seja o maior pais do mundo, ela não se destaca economicamente, é o décimo segundo PIB no ranking, com apenas 144 milhões de habitantes e 68 % de sua densidade populaçional está no lado ocidental, 32 % espalhados devido ao seu clima rigorosamente frio, especialmente na Sibéria. O país é rico em petróleo, gás e minerais e foi colonizado por povos considerados muito hostis se destacando por sua crueldade.
Devido ao seu tamanho continental e um povo beligerante, àquele pais esteve sempre em evidência na história, atingindo seu maior protagonismos em 1.945, após o término da segunda guerra mundial, quando se formou a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, ficando sob o governo comunista o leste europeu com destaque para Berlim Oriental, a Rússia e seus agregados da mesma etnia.
Continuamos a achar que a diplomacia tem que imperar, ainda que cedam em tudo que os russos impõem, pois não irão aceitar cessarem a guerra sem um troféu que satisfaçam os seu habitantes fundamentalistas, depois quem deu causa a este conflito foram a Ucrânia e a OTAN.
Não há uma maneira de acabar com as intenções do russos, expulsando-os da Ucrânia, afinal, a Rússia sofrera graves prejuízos materiais e sentimentais, assim como os ucranianos, portanto, para se evitar uma catástrofe finjam que nada aconteceu. Depois num acordo, que venham às sansões e freios para Putin, mas devem parar a guerra, pois ela é contraproducente e desinteressante para os demais países prejudicados.
Os estados Unidos e a União Europeia há muito tempo vêm jogando Putin para escanteio, e o líder russo deve ter percebido, tanto que ele se aproximou dos Chineses, porém a China não vai ajuda-lo ostensivamente, pois tem às suas pendengas com a ONU, em função dos territórios vizinhos cobiçados pelo país de Xi – jimping.
A China é refém de suas necessidades comerciais e tentando aproveitar da situação, embora, para aquele país a guerra tenha lá seus prejuízos, porém no futuro ela superará os Estados Unidos como potência econômica, pois este quatro anos do governo Biden estão enfraquecendo a volúpia dos americanos e desabonando-os perante ao mundo. Foi mal para o mundo investir na China em troca de incentivos e mão de obra escrava; ganharam toneladas do vil metal, porém deixaram tecnologia e divisas para os comunistas colocarem o resto do mundo dependentes de sua economia. Que mancada dos investidores gananciosos! E que burrice dos governos! E quão catastrófico e covarde fora a retirada dos EUA do Afeganistão mais a possível fraude de suas eleições passadas.
A Europa sempre esteve na dependência da força bélica dos Estados Unidos, acontece que para quem raciocina, todo este armamento só tem efeito intimidatório, pois, não podem ser usados em escala atômica e uma guerra comum ou mais leve levarão anos para não se chegar a um vencedor de fato e de direito – todos perderão – para depois assinarem um acordo de paz. Muitos países da Europa estão refém do gás e petróleo da Rússia, portanto, não podem perder tempo com este governante da Ucrânia sem experiência. É, os esquerdistas não avacalham só países sub desenvolvidos, ajudam também na complicação de alguns países do velho continente cuja cartilha é idêntica, imaginem, um povo tão lúcido e experiente em guerras, tendo que ajoelhar-se. Que veneno hein?
O lógico é acabar com a guerra já, mesmo que em detrimento dos interesses ucranianos; retiram-se apenas os civis inocentes e àqueles que queiram fugir do regime.
A propósito, de acordo com o título, a guerra continua para o Presidente Bolsonaro, numa proporção indescritível e injustificável, todos contra ele, ainda bem que, como nenhuma acusação colou no seu governo até agora, após três anos e quatro meses, não será quase perto das eleições, que às narrativas cínicas e insidiosas, que cada vez inventam e aumentam mais, irão prejudica-lo.
O que assistimos nas imagens do “data povo” não dá margens à dúvidas, à reeleição do Presidente será no primeiro turno, a não ser que apaguem o seu CPF. O que os oponentes estão e continuarão perdendo, com a possível vitória de Bolsonaro, deve ser algo inimaginável, pois os ataques são incessantes e perigosos.
Que Deus proteja às vítimas desta guerra e de outras dezenas de conflitos, que existem hoje, mas à imprensa não dá importância.


 
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